Em João Pessoa todos viram, é dura lex para quem insistir em promover barulho. É proibido até compartilhar som de celulares e outros assemelhados em interior de ônibus coletivo, sob pena de multa de R$ 1 mil e ter que descer do veículo. Aqui nas proximidades, nas cidades de Bacabal e Araguaína, no Tocantins, as autoridades acabam de promover um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) onde disciplina com restrição o horário de funcionamento de estabelecimentos comerciais que vendam bebidas alcoólicas. Quem se interessar melhor pelo assunto pode ler matéria completa na página 3 do segundo caderno ...
Demarcações de terras indígenas e quilombolas efetuadas com base em fundamentalismo ideológico e riscos à soberania nacional estão entre a fundamentação encontrada por mais de 200 deputados (a maioria integra a Frente Parlamentar do Agronegócio) que oficializaram na quarta-feira (15) pedido de criação da CPI da Funai [Fundação Nacional do Índio]. Apesar do nome exclusivista, o requerimento (RCP 22/13) tem também o objetivo de investigar a atuação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Os parlamentares, entre outras coisas, querem informações sobre os critérios de demarcação, os conflitos sociais e fundiários e, sobretudo, o relacionamento dos dois órgãos federais com organizações não governamentais (ONGs) internacionais, e ainda, a apuração de denúncias sobre interesses do setor imobiliário nas demarcações.
O deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) destacou três fatos que para ele resumem os transtornos que dominam o tema: 1) “Quanto aos índios, quando há uma demarcação de terra, meia dúzia de caciques e comandantes toma conta dessa terra, alugam para terceiros, enriquecem; e os índios comandados ficam passando fome e miséria”, afirmou o parlamentar; 2) “Quando os proprietários do dito quilombo sabem que vão perder suas terras para uso comum, os negros também não querem. Os negros querem outro contrato social”; 3) O governo brasileiro tem recurso e terra suficiente para fazer justiça com ambos os grupos ...
Para os novos prefeitos que vivem reclamando da situação de penúria encontrada, uma boa notícia. Nos próximos 90 dias, todos eles poderão solicitar à Receita Federal a repactuação de suas dívidas com a Previdência. A Lei 12.810/2013, sancionada esta semana, permite efetuar o pagamento em 240 meses ou em 1% da média da receita corrente líquida do ano anterior.
Dizem que durante a passagem do Governo Itinerante em Governador Edison Lobão um vereador de Imperatriz, acompanhado de um grupo de professores estaduais, quis promover manifestação. Levou um pito, em público.
Na última Sessão Plenária realizada no dia 15 pelo Tribunal de Contas do Estado foram desaprovadas as contas apresentadas pelo ex-prefeito de João Lisboa, Francisco Emiliano Ribeiro de Menezes, referente ao ano de 2008. O TCE aponta como débitos a cifra de R$ 2.184.567,00 e multas de R$ 447.512,00.
Estudantes foram às ruas na noite de quarta-feira na capital do Rio Grande do Norte em protesto contra o aumento das passagens de ônibus coletivo. De R$ 2,20 para R$ 2,40. Notem que acima desse valor, o morador de João Lisboa, Davinópolis e do Bananal desde 2008 paga 0,10 a mais. Desde aquela época, o valor do bilhete por um trecho não superior a 18 quilômetros é R$ 2,50. Os responsáveis pela exploração no setor volta e meia suscitam a necessidade de aumento de preços nas tarifas. A vontade deles em querer é uma coisa, em merecer ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
editoria@oprogressonet.com