O senador Álvaro Dias (PR) disse que a ministra coloca em dúvida a apuração que será feita pelo governo, como afirmado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “Se o governo anunciou que vai investigar, como pode antecipar-se e acusar irresponsavelmente a oposição?”, questionou o tucano. “Poderíamos dizer que foi o governo que agiu dessa forma para prejudicar a oposição, mas não somos irresponsáveis de fazermos essa acusação”, completou.
Durante audiência pública realizada em Barra do Corda no ano de 1992 pró-criação do Estado do Maranhão do Sul, o prefeito Gonzaga, de Itaipava de Grajaú, chocou os presentes ao endossar a luta por um novo estado principalmente pela falta de condições. “No meu município, por falta de condições, criança morre de diarreia”. Pois bem, depois de dois mandatos, a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Grajaú apresenta denúncia criminal por fraude constatada nos recursos do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos.
Durante palestra para estudantes universitários, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, afirmou que os partidos políticos são de “mentirinha”; O Congresso Nacional é “ineficiente” e “inteiramente dominado pelo Poder Executivo. Alguém duvida?
Vice-presidente da Câmara, o petista André Vargas (PR) reagiu. Declarou que as afirmações são um “absurdo” e mais: “Esse comportamento para presidente de um Poder é irresponsável. Ele não está preparado para o cargo. Ele está apostando em uma crise (com o Legislativo), enquanto nós acreditamos em uma convivência saudável, responsável e harmoniosa”.
Pela primeira vez em sua história no Maranhão, lideranças tucanas caminharão separadas. Presidente estadual, o deputado Carlos Brandão seguirá seu padrinho, José Reinaldo, que seguirá Flávio Dino. O prefeito Sebastião Madeira vai com o secretário Luís Fernando e Castelo (se a Justiça deixar) vai sozinho.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
editoria@oprogressonet.com