Bastidores

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Cubanos, fora

Depois da maioridade penal classificada nessa semana pela CNBB como uma maquiagem na esfera da violência, uma outra questão, a dos médicos cubanos, domina a discussão. A vinda dos médicos cubanos é boa para a população brasileira? Sim e não. Não restam dúvidas que grande parte da população é desassistida nesses rincões que se espelham Brasil a fora, e nesse caso até curanderismo resolve. Se a vinda implicasse em trazer para o serviço público em Imperatriz pelo menos uns dois otorrinos e uns quatro anestesistas, seria bom. Mas a medicina cubana é péssima e como não existe ...

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De qualquer forma

Padilha disse (o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também) que “não haverá validação automática de diploma”. É aguardar!

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Quer saber?

Em sua argumentação para a “importação” de cubanos e nativos formados pela Bolívia e outros, o governo federal usa a filosofia “Ricupero” (aquele ministro de FHC): “O que é bom a gente mostra e o que é ruim a gente esconde”.

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Quer saber? II

Por exemplo: confronta os números do Brasil onde em números gerais existem 2 médicos para cada grupo de 1.000 habitantes contra a Suécia (3,73), Espanha (3,71), Alemanha (3,64), Argentina (3,16), França (3,28) e Reino Unido (2,64). Os dados são da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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Quer saber? III

O que o governo não diz é que em todos esses países os investimentos do Estado em saúde chegam a 84%. Na Suécia, França, Alemanha e Espanha, oscila de 74% a 81%. Na Argentina, é de 66%. E no No Brasil? Somente 44 %.

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Ria se puder

Imagina aí. Um médico português recém-chegando e clinicando e um paciente reclamando da demora. Aí, exasperado, ele se levanta e manda o reclamão voltar para o fim da fila. Como é que se chama fila na terra de Fernando Pessoa?

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Inútil

É como anda o sentimento dos gremistas depois de desprezarem o campeonato gaúcho em troca da Libertadores. Conduzidos por Luxemburgo, que não tem nenhuma afinidade com esse nome (Rosa, lembram?), chegaram a lugar nenhum. Assim como Vanderley, que fracassado no Flamengo, Atlético Mineiro e Santos, colhe agora sua quarta temporada.

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Por que...

Hoje é domingo e há muito tempo não tem mais Nelson Rodrigues, nem a cor rosa do Jornal dos Sports. Certamente Sobrenatural de Almeida explicaria. Saíram da Libertadores, São Paulo, depois Palmeiras, depois Corinthians e por último o Grêmio. Esses, possuidores de 7 títulos na competição. Ficaram só os virgens (sem nenhum título), Fluminense e Atlético Mineiro.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com