A Coluna foi às ruas entrevistar quem assistiu às explicações do representante da VBL. De modo geral, existe a expectativa de que a empresa pode sair das condições que está, dar a volta por cima, embora o problema “pareça ser maior que a solução”. Repeliram a estória do “forasteiro”, já que gente de fora a cidade está cheia, inclusive, desde sua formação. Gostaram das boas intenções manifestadas, mas queriam ouvir mesmo é que a empresa está empenhada em adquirir novos veículos.
A respeito do promotor de Justiça Sandro Bíscaro, a maioria entende e aplaude sua atuação, mas não crê na solução do problema. “Não depende dele”, afirmaram, destacando ainda a temeridade da sua forma de atuar, indo às ruas e comandando pessoalmente operações. De toda forma, a ação é bem recebida, até mesmo pela expectativa de que seja repetida em outros setores que a população carece. Entre eles, planos de saúde. Houve até quem citasse o que consideram constrangimento: a fiscalização de carrinhos de compras e cupom fiscal na saída de supermercados.
Para todos, a cidade cresceu e, ao longo das administrações, seus gestores nunca entenderam a dimensão do transporte público. “Há muitas ruas sem circulação de transporte coletivo; Horários irregulares; Falta sinalização nas paradas {ninguém sabe onde é}, como falta respeito a idosos, grávidas e portadores de deficiências, que precisam de mais tempo para entrar e sair dos ônibus.
Finalmente, a entrada de uma terceira ou até quarta empresa na exploração do serviço é apontada como ideal. A conclusão é óbvia: se tivesse de melhorar com as atuais, já teria. Para estes, a entrada de novas empresas estimulariam a concorrência e também o nível de exigência dos usuários por um serviço melhor.
A Assembleia Legislativa prestou ontem uma homenagem ao deputado João Evangelista. Em nossa opinião: “Homem de visão, bom estrategista e bom combatente. Um homem que se inseriu na história do Maranhão”. Uma pena seu súbito desaparecimento, ocorrido em 15 de maio de 2010.
Dia 13, segunda-feira, comemorou-se a assinatura da Lei Áurea, que completou 125 anos (1888). Em mais de um veículo, notícias ligaram a data como uma referência ao fim da escravidão. Nem é preciso fazer uma leitura mais acurada. Trata-se de um equívoco, como se uma assinatura ou decreto trouxesse em si a solução dos problemas. O cotidiano de cada indivíduo enquanto relacionamento/integração social mostra as contradições existentes e quão longe estamos do respeito à pluralidade. No Brasil, foram várias as leis adotadas pós-abolição até a promulgação da Constituição em 1988, que tornou crime a prática de racismo. ...
O país, que é um dos poucos do mundo a fazer festa quando provoca aumento de preços por conta da divulgação do “novo” salário mínimo, está inventando agora uma nova moda. O Senado carrega em seus anais projeto de lei (PLC 57/2010) que destina os 10% da gorjeta que o brasileiro paga em bares, restaurantes, hotéis e similares, ao invés do garçom, à aposentadoria e Previdência.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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