Estudantes foram às ruas na noite de quarta-feira na capital do Rio Grande do Norte em protesto contra o aumento das passagens de ônibus coletivo. De R$ 2,20 para R$ 2,40. Notem que acima desse valor, o morador de João Lisboa, Davinópolis e do Bananal desde 2008 paga 0,10 a mais. Desde aquela época, o valor do bilhete por um trecho não superior a 18 quilômetros é R$ 2,50. Os responsáveis pela exploração no setor volta e meia suscitam a necessidade de aumento de preços nas tarifas. A vontade deles em querer é uma coisa, em merecer é outra. O argumento de que estão há muito tempo sem reajuste enquanto aumentou-se salários e insumos cai por terra, uma vez que esquecem propositadamente que há anos se paga pela passagem um preço absurdo e esse continua, basta analisar a má qualidade do serviço prestado. Só para lembrar: a ausência de paradas, a falta de divulgação de itinerário, a circulação de ônibus, em sua maioria, apenas na rua principal dos bairros, a irregularidade dos horários que larga passageiros ao tempo. Para encerrar, o melhor resumo sobre o serviço de transporte coletivo ofertado ao cidadão imperatrizense veio do promotor Sandro Bíscaro, da Vara de Defesa do Consumidor. Um caos!