Diante da decisão do TJ, a ex-prefeita ganhou condição de ser candidata novamente, pois está apta para ser votada e votar. Com isso, jogou uma ducha de água fria nos pré-candidatos do grupão, que agora começam a repensar o futuro. Muitos devem, inclusive, abandonar o chamado grupão já nas próximas semanas e viabilizar candidaturas independentes pelos seus próprios partidos.
A Associação Comercial fará hoje mais um marco no trabalho de fortalecimento do setor econômico de Imperatriz. Depois da Enciclopédia de Imperatriz, junto a outras entidades, hoje à noite, em uma casa de eventos, lançará o Perfil Sócio-Econômico de Imperatriz. Trata-se de um banco de dados que vai apresentar o caminho que a cidade está trilhando e fornecer subsídios para que as grandes empresas se instalem no município.
Trabalho desenvolvido a partir de pesquisas feitas em mais de três mil empresas, número que representa trinta por cento do total e ainda com mais de quinhentos consumidores, o Perfil será um marco nas relações comerciais e, o que é melhor, servirá de estudos por parte de outras associações comerciais para que implementem o mesmo perfil em seus respectivos municípios.
A diretoria da ACII, presidida por Gilson Kyt, demonstra toda a alegria e satisfação em poder entregar à classe empresarial, política e educacional o livro, que foi produzido ainda com dados da Fundação Getúlio Vargas, IBGE e com o levantamento feito por acadêmicos das faculdades locais. Portanto, o registro de mais um momento importante na vida comercial e social de Imperatriz. Ponto para a ACII.
A introdução de uma cota racial para acesso às universidades pode levar, inclusive, à eclosão do ódio no Brasil. A opinião é do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), defensor das cotas raciais, em debate na XXI Conferência Nacional dos Advogados com o ex-ministro da Justiça e ex-presidente nacional da OAB, Márcio Thomaz Bastos. Para o senador por Goiás, a cota racial só integra negros, enquanto a cota social é afirmativa e menos discriminatória, contemplando o conjunto dos pobres, inclusive os brancos.
“Entendo que existe o preconceito no Brasil, existe a discriminação, mas nós não temos um Estado racializado”, sustentou Demóstenes durante o debate, no auditório do Teatro Positivo. “Mas a inclusão de uma cota racial pode levar, inclusive, à eclosão do ódio no Brasil. Já a cota social, a cota para pobre, é um conceito absolutamente objetivo, inclui todo o pobre, independentemente da sua cor, seja ele, na terminologia utilizada pelo IBGE, preto, pardo ou branco.
Para o senador Demóstenes Torres, a vantagem da cota social é que, se a pessoa for pobre, estabelece-se automaticamente um corte e ela terá direito a percentuais de participação na universidade pública brasileira. “Então, aí me parece algo menos discriminatório e mais afirmativo, porque tanto negros, que constituem o conjunto de pardos e pretos, quanto brancos serão contemplados nessa cota”, salientou.