Ciente da relevância do associativismo para o crescimento da classe empresarial e o desenvolvimento socioeconômico, vem desempenhando, há mais de vinte anos, profícua atuação no campo da organização civil. Em 1988, assumiu o primeiro mandato à frente do então Clube de Diretores Lojistas - CDL, quando promoveu a reestruturação desse órgão e iniciou um ciclo de atividades em defesa do desenvolvimento da cidade que começou pela reconstrução do Calçadão, o coração comercial do município, que hoje abriga considerável parcela do segmento lojista.
Na presidência dessa entidade, foi o fundador da Federação das CDLs do Maranhão - FCDL-MA, desenvolveu vários projetos promocionais de final de ano, incluindo-se a primeira campanha de Natal com a chegada simbólica de Papai Noel, e procedeu à reurbanização do Calçadão e à recuperação da Praça da Meteorologia.
Dentre os projetos levados a efeito à frente da CDL, sobressaiu a campanha “Eu Amo Imperatriz”. Lançado em fevereiro de 1992, o movimento se desenvolveu por vários anos, através de ampla divulgação pela imprensa local, estadual e regional, da distribuição de milhares de adesivos e camisetas, do envio de correspondências e da militância de voluntários. Na CDL, exerceu a presidência no período de 1988 a 1992 e foi conselheiro fiscal entre 1992 e 2004.
Articulou junto ao Governo do Estado a construção do Centro de Convenções de Imperatriz, cuja administração ficou a cargo da entidade em regime de comodato. Deu-se ainda nesse período a idealização e o lançamento da Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz - Fecoimp, bem como a reivindicação ao governador José Reinaldo Tavares da construção da ponte do rio Tocantins, que interligou os estados do Tocantins e Maranhão, além da reforma e reestruturação do Mercado Vicente Fitz.
Confirmado. O empresário e pecuarista Ribamar Cunha Filho, o Ribinha Cunha, é candidato à presidência do Sindicato Rural de Imperatriz. O grupo de associados reuniu-se no meio da semana e decidiu lançá-lo candidato. O vice é o Cel. Ventura, o tesoureiro Franciscano e Gessé Leite. Na chapa tem ainda João Barbudo, Gatom e outros.
Parece que os prefeitos esquecem o que dizem em campanhas quando assumem determinados municípios, incluindo Imperatriz. Isso porque em poucos meses passam a chorar pelos cantos afirmando que não têm dinheiro para isso, para aquilo e coisa e tal. Ora, perguntem a algum deles se querem renunciar ao cargo por conta da falta de dinheiro e das críticas? Nenhum. O que falta mesmo é planejamento, ou melhor gestão.
A Prefeitura de Imperatriz não é pobre, é a segunda maior do estado, e o prefeito Madeira precisa parar de ficar sempre na defesa quando se fala em investimentos públicos e vai logo afirmando que não tem dinheiro. Aliás, uma praxe de todos os prefeitos que o antecederam. É claro que recursos institucionais não servem para promover grandes obras, mas dá para efetuar pagamentos e tocar a administração.
Agora mesmo está sendo enviado para a Câmara a Lei de Diretrizes Orçamentárias que trata sobre o orçamento do ano que vem. Pelas previsões, os recursos deverão ultrapassar algumas dezenas dos 300 milhões deste ano. Ou seja, receberá mais de trezentos milhões em recursos e prevê gastar a mesma quantidade. É assim que funciona. Portanto, não há porque ficar o tempo todo reclamando.