Na segunda-feira à noite, representantes da Frente Popular e do Comitê Pró-Maranhão do Sul estiveram reunidos com o deputado Lourival Mendes, criador e presidente da Frente, quando ouviram e discutiram os próximos passos a serem realizados no sentido de acelerar o processo de aprovação do projeto de decreto legislativo 947 que autoriza o TSE a promover a consulta popular no Maranhão.
E o primeiro será exatamente a oficialização da Frente junto à Câmara dos Deputados e a data ficou previamente marcada para o dia 7 de dezembro, às 10 horas, em Brasília. Pode sofrer mudanças em decorrência da indisponibilidade de local para o encontro, que terá de ser em uma das salas de comissões na própria casa legislativa. Uma grande caravana de Imperatriz e região está sendo convidada a engrossar o movimento em Brasília.
Os pré-candidatos a prefeito precisam iniciar estudos sobre o pleito do ano que vem. Não podem simplesmente encomendar pesquisas sobre seus nomes ou rejeição deles e dos seus adversários. Será preciso trabalhar a questão de influências dos grupos, porque - caso não sejam analisados detalhadamente - poderá surpreendê-los na campanha e aí já será tarde demais. E em Imperatriz há, sim, que se tomar cuidados, não com os nomes que estão aí postos, mas suas influências no momento decisivo junto aos eleitores.
Estão corretos os conselheiros da Sociedade Imperatriz de Desportos em decidir pela extinção da Junta Governativa no final deste mês. É que, em decorrência da eliminação da equipe prematuramente, não se justifica esperar o dia determinado da portaria que nomeou os membros e a formação da junta.
Entendem, e com razão, que, extinguindo agora, dará mais tempo para que os futuros diretores possam fazer seus planejamentos com antecedência. Como o campeonato deve começar em janeiro, quanto antes melhor na organização. No caso de compromissos financeiros, como a legislação fiscal atual determina, caberá ao atual presidente e seus membros responder por eles na Justiça e ainda tudo o que for arrecadado até o dia 31 de dezembro será de inteira responsabilidade dos atuais diretores, para assim cumprirem suas obrigações.
O Jogo da Solidariedade, que tinha tudo para ser um dos maiores acontecimentos esportivos de Imperatriz este ano, acabou se tornando um grande fracasso de público em relação ao esperado. Dos mais de sete mil ingressos colocados à venda, pouco mais de três mil foram adquiridos e há explicação lógica para esta redução: os altos valores cobrados no ingresso - dez e vinte reais. Faltou organização.
Em evento com a presença de estrela, deve-se pensar que não só o pai, mas todos da família nutrem o desejo de assistir e muitos ficaram sem esta chance dado ao custo. Isso porque uma família é composta por, no mínimo, quatro pessoas e só aí seriam gastos quarenta reais, sem falar no lanche e refrigerante, uma grana alta considerando-se o período em que geralmente o salário foi gasto.
Como o evento teve três assinaturas, deputados, Prefeitura e Câmara e sem ter que pagar para os convidados, bem que poderiam colocar mais acessíveis, tipo cinco reais geral e dez popular. E mais: como foi para beneficiar entidades, não havia porque cobrar caro.