Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, esses equipamentos devem ser usados apenas pela Polícia Federal e pelas polícias estaduais seguindo critérios rigorosos. “A intimidade e privacidade são garantias constitucionais e que não podem ser invadidas sem o devido processo legal. Se o Estado passar a atuar como detetive particular, deixamos de viver em um Estado democrático de direito”, afirma. “Essa aquisição do Senado é sem propósito. A polícia legislativa não tem autonomia para fazer esse tipo de investigação”.
Afinal, quem está perdendo com a paralisação da Polícia Militar? Claro que é a população. Reivindicar melhorias salariais é justo, o que não é justo é a intransigência e a ilegalidade e ainda por cima o prejuízo a quem não tem nada a ver com a situação. E mais: culpar entidades ou veículos de comunicação é um absurdo e não tem justificativa. Aos jornalistas e repórteres, cabe apenas cobrir e divulgar, e não interferir em negociação.
Pior é que os policiais - que merecem, assim como todos os trabalhadores, ganhar melhor - estão sendo usados por políticos que não pensam na situação deles, e sim de provocar o terrorismo do quanto pior, melhor. Políticos balaios que foram responsáveis pela Lei do Cão imposta pelo ex-governador Jackson Lago e que não saíram em defesa dos policiais na época agora posam de justos com o movimento.
Não estão pegando bem para o prefeito Madeira as atitudes e comentários que estão sendo feitos por alguns dos seus auxiliares de insuflarem o movimento. Começa a ser indagado pela população sobre que aliado é este.
No sábado, Imperatriz viveu um dos raros momentos sociais. A noite de gala promovida pela Associação Comercial há muito não se via na cidade. Num local adequado, bonito e de pessoas inteligentes, de bom gosto e descontraídas, o alto pib da cidade esteve reunido para o lançamento do Perfil Sócio-Econômico. São momentos assim que representam o potencial da cidade em todos os aspectos. Foi um encontro para marcar de forma positiva 2011 para a classe empresarial.
O livro, que ainda está sendo distribuído para empresas, instituições financeiras e públicas, é um marco na publicação especializada e servirá de base para que as atuais e futuras empresas possam ampliar e instalar-se em Imperatriz. E não se pode deixar de acrescentar que é a segunda contribuição que a entidade presta à cidade. O primeiro foi o livro que recompôs a história de Imperatriz, a Enciclopédia, que tem a assinatura do jornalista e vereador Edmilson Sanches.
No início do ano, criou-se em Açailândia uma chamada frente de pré-candidatos a prefeito considerados da oposição ao atual grupo que está no poder. O mote para a formação do grupão foi a possível inelegibilidade da pré-candidata Gleide Lima Santos. Com ela fora do páreo, esperavam seu apoio e, desta forma, sair em vantagem.
Com o passar dos dias, Gleide Santos, que de besta não tem nada, continuou mexendo-se no sentido de conseguir reverter sua situação na Justiça. Na semana que passou, o Tribunal decidiu anular o decisão do TCE e retornar o parecer para nova análise, devendo levar no mínimo cinco anos para ser revisto.