O PMDB ainda tem opção. Neste caso, o médico e diretor da Facimp, Antonio Leite, poderia começar a ser trabalhado para viabilizar seu nome e, desta forma, dar ao partido a consistência de não ficar alijado do processo sucessório municipal da segunda maior cidade do estado. O duro será convencer Leite a assumir esta bandeira depois do que ele já viu ocorrer nos últimos meses. Mas, se obter apoio da cúpula, podem apostar que é hoje o melhor nome para sair brigando e viabilizar-se.
É bom que fique bem claro: quando um agente público é condenado por órgãos colegiados fiscalizador e controlador, somente com a correção é que acaba a condenação. No caso dos prefeitos, ao terem suas contas reprovadas no Tribunal de Contas ou serem condenados por improbidades administrativas, eles continuarão condenados até que consigam reverter e não esperar passar período de impedimento.
No momento em que pedir o registro de candidatura, a condenação do colegiado irá aparecer na hora e, com isso, vai continuar o impedimento. Tem ex-gestor pensando que o prazo de inelegibilidade vencerá em junho e, por isso, poderá registrar nova candidatura para disputar novamente. Se assim fosse, seria fácil demais. O cara foi condenado por contas e desvios e não por improbidades.
Na próxima segunda-feira, às 18 horas, no auditório do Shalon Hotel, acontecerá a reunião da Frente Popular Pró-Maranhão e Comitê Pró-Maranhão do Sul, com o deputado federal Lourival Mendes, presidente da Frente Parlamentar Pela Criação do Maranhão do Sul. A Frente Parlamentar foi criada e agora serão discutidos os próximos passos.
Para a Frente Popular, a instalação da Frente Parlamentar foi um grande avanço para a conquista do plebiscito do novo estado. Assim sendo, nesta segunda-feira, começam a ser traçadas as novas etapas da campanha.
Está mais do que correta a preocupação do delegado regional da Polícia Civil, Francisco de Assis, quanto à enorme quantidade de acidentes com vítimas fatais no trânsito de Imperatriz. Superior, inclusive, a várias cidades do mesmo porte e até maiores, como é o caso de Imperatriz. Isso porque a bola de neve provocada pela imprudência dos motoristas e motoqueiros faz com que hospitais, delegacia de trânsito e Instituto Médico Legal fiquem sobrecarregados.
Na esteira destes perversos indicados surgem os aproveitadores de plantões que através do Seguro por Acidentes, o famoso DPVAT, manipulam e criam acidentes para faturarem dinheiro público. Há, inclusive, operação em curso que vai desmascarar quem está por trás desta máfia dos seguros e indenizações. Muitos deles não chegam às vítimas ou familiares e, quando chegam, apenas pela metade.
Uma pergunta que ainda não tem resposta, mas depende unicamente da população, especialmente de quem conduz moto ou carro. No momento em que passarem a respeitar a sinalização, a serem educados e prudentes, com certeza será dado um grande e importante passo para reduzir as mortes no trânsito de Imperatriz.