Um exemplo destas falhas ocorreu no município de Governador Edison Lobão, em que um convênio no valor de quatrocentos mil reais foi assinado, dinheiro liberado e usados trezentos mil da gestão anterior. Só que a obra não foi concluída e os cem mil que restam não são o suficiente para conclui-la. E assim são muitos, infelizmente.
Parte destes recursos destinados pelo deputado Davi Júnior para Imperatriz seria para a pavimentação asfáltica da avenida principal do povoado São Félix, na Estrada do Arroz, e que atendia solicitação do vereador Chiquim da Diferro. Com a devolução, perderam São Félix e o vereador, que esperava atender ao pleito daquela comunidade. Mas fez a sua parte, assim como o deputado federal.
Em pronunciamento, nessa quarta-feira (14), o deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) desmentiu a suposta crise entre PT e PMDB. O parlamentar aproveitou para parabenizar o senador Renan Calheiros e o deputado Henrique Alves pela condução da liderança no Senado e na Câmara dos Deputados. “Quero também parabenizar nossa querida Dilma e dizer ao PT que somos irmãos”, disse.
A Câmara Municipal de Imperatriz aprovou na 15ª sessão ordinária dessa quarta-feira, por unanimidade, o Projeto de lei Nº. 001/2012, de autoria do vereador Francisco Rodrigues da Costa (Chiquim da Diferro), denominando de Avenida Dr. Helso Oliveira e Silva a atual rua Central, conhecida como rua do Kartódromo, localizada no bairro Parque das Mansões.
Dr. Helso Oliveira e Silva, filho de Oliveira Antonio da Silva e Valta Aurélia da Silva, nasceu em13/05/1964 e faleceu em 19/11/2010. Natural de Rubiataba, Distrito Federal; Formação Acadêmica: Universidade Federal do Maranhão, em São Luís, conclusão em julho de 1989; Especialização Médica: Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia-GO; Residência Médica em Angiologia e Cirurgia Vascular; conclusão em janeiro de 1993. Chegou para fixar residência em Imperatriz em fevereiro de 1993 até junho de 2010.
O número de divórcios em cartórios de São Paulo cresceu quarenta e oito vírgula três por cento, no ano passado. Os dados são do CNB, Colégio Notarial do Brasil em São Paulo, que reúne dados de todos os cartórios do estado. Segundo o levantamento, em 2010, foram oficializados mais de nove mil e trezentos divórcios – já em 2011, esse número chegou a treze mil e novecentos e nove.
Para o CNB de São Paulo, o aumento é consequência da emenda Constitucional sessenta e seis, publicada em julho do ano passado, que acabou com os prazos exigidos para entrar com o pedido de divórcio. Antes dessa emenda, os casais tinham que estar separados, judicialmente, há um ano ou morando separados há mais de dois anos.
Agora, casais sem filhos menores ou incapazes e sem litígio podem se divorciar no cartório. Para isso, o casal só precisa definir as questões, como partilha dos bens, pagamento ou dispensa de pensão alimentícia e o uso do nome, se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro. De acordo com o Colégio Notarial do Brasil em São Paulo, mesmo os casais que já tenham processo judicial em andamento podem desistir desse caminho e pedir o divórcio no cartório. (Com Juliana Costa)