Mesmo com os críticos apostando alto, a coluna sempre manteve a previsão de que a vereadora Fátima Avelino continuaria no parlamento municipal. E foi. O PMDB não elegeu mais um, como estava sendo previsto, em decorrência de que alguns dos candidatos tiveram votação pífia e, com isso, nomes como o de Pedro ficaram bem próximos. Por conta da campanha contra, ela teve reduzida sua votação, mas assegurou sua vaga.
Ainda estão longe de um final feliz as eleições na região. Em muitos os perdedores entraram com ações na justiça para impedir a diplomação dos eleitos. Com certeza, algumas destas ações não terão provimento no TRE, mas outras irão dar trabalho aos prefeitos e seus assessores, além dos advogados.
Em Açailândia, apesar de ter vencido o pleito, Gleide Lima Santos ainda não pode comemorar a vitória. Seu processo está aguardando decisão no TSE e ainda no TRE. Ela disputou com uma liminar e vai esperar pelos dias 15 e 18 de dezembro, quando a Justiça Eleitoral deverá se posicionar em relação ao recurso. Ela teve contas rejeitadas pelo TCE e pela Câmara.
Já com relação a este município, a situação é ainda mais complicada. O juiz eleitoral cassou o registro da candidata Adriana Ribeiro, que é a atual prefeita, acatando ação na qual denunciava a atual prefeita de abuso do poder econômico, prática proibida para o agente público em campanha. Por isso é que seus votos não foram contabilizados, sua candidatura foi cassada.
Como ela recorreu, seu nome não foi incluído e agora vai esperar a decisão do TRE e TSE sobre o pedido. Pior é que nesta cidade, caso Adriana seja derrotada nas barras da justiça, haverá nova eleição e sem a atual prefeita, que não poderá concorrer. A explicação para o novo pleito é que os votos contabilizados sem os anulados da candidata Adriana não chegarão aos 50% mais 1, como determina a lei.
Em Campestre e Governador Edison Lobão, a justiça deverá decidir quem será o prefeito. Há processos movidos pelos candidatos derrotados Marcone Ribeiro e Telma Plácido, respectivamente.
Passado o dia sete de outubro, as atenções agora se voltam para o início das articulações em torno das eleições estaduais, quando serão eleitos presidente, governadores, senadores e deputados. No plano governamental, as coisas não ficaram bem na foto para o presidente da Embratur, Flávio Dino, que esperava conquistar apoio nos principais colégios eleitorais, incluindo Imperatriz. Perdeu, e feio, seu candidato Carlinhos Amorim, que na verdade estava sendo testado para ser o vice do presidente estadual do PCdoB e obteve votação pífia. Além disso, com as articulações feitas por Gean Carlo e Frederico Luiz, fez com que ...
Lado, com a quebra do tabu da reeleição, os espaços se abrem para Madeira, que saiu fortalecido e decidirá a campanha para governador junto ao seu grupo. Com o peso dos mais de 70 mil votos, o médico e prefeito terá obrigatoriamente de sentar na mesa para fazer indicações de vice e de eleger deputados estadual e federal.