No mês em que comemora cem anos de emancipação política, a cidade de Marabá acaba de ganhar sua Universidade Federal. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (10), em caráter conclusivo, proposta que cria a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Pelo texto (PL 2206 /11, do Executivo), a nova instituição será resultado do desmembramento do campus de Marabá da Universidade Federal do Pará (UFPA).
O projeto seguirá agora para o Senado, a menos que haja recurso para sua análise pelo Plenário. A proposta já havia sido aprovada pelas comissões de trabalho, de Administração e Serviço Público; de Educação; e de Finanças e Tributação. O relator na CCJ, deputado Marcos Rogério (PDT-RO), recomendou a aprovação da matéria com emenda acatada anteriormente pela Comissão de Finanças. A emenda deixa claro que as verbas necessárias para o provimento dos cargos e funções criados serão previstas anualmente no Orçamento da União.
A nova estrutura será integrada por campi a serem criados em Rondon do Pará, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu e Xinguara. Marco Rogério rejeitou, no entanto, a emenda aprovada pela Comissão de Finanças que previa a vinculação do campus de Parauapebas à Unifesspa. O relator observou que não cabia àquele colegiado apresentar emenda de mérito, uma vez que sua análise deve se restringir aos aspectos financeiros e orçamentários da matéria.
Cálculos do Ministério da Educação estimam as despesas com a Unisfesspa em R$ 41,2 milhões em 2013. Até 2017, quanto está prevista a contratação completa de pessoal para a instituição, a expectativa é de R$ 260,6 milhões. O projeto cria 506 cargos de professor, 238 cargos técnico-administrativos de nível superior e outros 357 cargos técnico-administrativos de nível médio. Serão abertos também um cargo de reitor, um de vice-reitor, outros 90 de direção, além de 462 funções gratificadas.
Falando em Universidade Federal onde está mesmo o projeto que foi aprovado criando a Universidade Federal do Sul do Maranhão? Cadê os nossos representantes?
Já comentamos aqui e o assunto volta à tona no momento em que se confirma a falta de planejamento dos órgãos públicos e privados quanto ao crescimento e o desenvolvimento que Imperatriz atravessa e deverá se estender por mais tempo. Um destes exemplos é o que está acontecendo com o Armazém Paraíba que não tem energia suficiente para seu funcionamento e a concessionária responsável pelo fornecimento a Cemar ainda busca uma solução imediata. Fica evidente que é preciso com urgência um planejamento em todos os setores, transito, infraestrutura, serviços e postura, afim de que este boom não ...
Não se pode esquecer que entre outros títulos Imperatriz tem o de Capital da Energia e mesmo assim, o centro comercial da cidade não é atendido e as grandes empresas atravessam problemas com a falta de energia para o seu funcionamento e não por suspensão ou problemas.
Falam que estão sendo tomadas providencias no sentido de que seja feito uma rede ou seja construída uma sub-estação. Enquanto isso fica prejudicado o acesso ao interior considerada uma das maiores do grupo.