O que ocorreu foi que no dia 30.06.2013, mais de um mês depois de o Estado do Maranhão ter cumprido as últimas exigências do DEPEN, prevaleceu o Decreto 7.654, de 23.12.2011, que invalida todos os restos a pagar não liquidados até o dia 30 de junho do subsequente à sua inscrição. Ou seja, não foi uma devolução, mas sim um cancelamento. Os convênios para as cadeias de Pinheiro e Santa Inês foram atingidos por uma lei geral que desconsiderou a excepcionalidade do caso e uma longa sequência de impedimentos que impediram o prosseguimento do projeto.
A despeito disso, o Governo do Maranhão tem autorizadas construções de mais 09 presídios, com recursos próprios e em caráter de emergência. A nova penitenciária de Imperatriz tem 80% de suas edificações já feitas.
Permitam-me os meus inúmeros leitores que acompanham diariamente a coluna Fora da Pauta nesses mais de 10 anos em que passamos a escrever e comentar, além de noticiar os fatos políticos, de cidade e regionais. Mas deixei passar a emoção para hoje vir explicar alguns pontos sobre uma campanha que foi ou está sendo feita em torno do time da Sociedade Imperatriz de Desportos. Em outros tempos, com certeza, já teria resolvido o assunto igualando a discussão. Hoje, mais maduro, preocupe-me em manter os meus atuais amigos e não aumentá-los, embora continue determinado em não deixar nada ...
Por necessidades e preocupação em não deixar o time do Imperatriz se acabar e ser rebaixado da primeira divisão, coisa que os de São Luís mais querem, assumi por três períodos a presidência, primeiro da antiga Sociedade Atlética Imperatriz e depois, quando os primeiros diretores da atual Sociedade Imperatriz de Desportos renunciaram seus cargos e o novo clube ficou à deriva, retornei à presidência por novamente três períodos. Nunca por condições ou interesses outros, mas sim o de que o Cavalo de Alo não tivesse o mesmo fim do Tocantins Esporte Clube, o Tecão Maravilha de tantas ...
Sem condições de bancar o time que eu gostaria de montar, fui a cada ano, nesses 13 anos de existência, buscando e elegendo presidentes que, infelizmente, nunca cumpriram o mandato integral de três anos e sempre procuraram algo para deixar o time sem diretoria. Todos os ex-presidentes estão aí para confirmar. Fui o responsável pela eleição do Arizinho, Eduardo Queirós, Nilson Takashi, Léo Cunha, Carlos Eduardo e Edvaldo Cardoso. Todos com campanhas brilhantes em seus primeiros anos e quando fomos campeões com o Takashi, pensei que nunca mais iríamos ter um time improvisado, mas sim permanente.
Como presidente do Conselho Deliberativo, a responsabilidade por manter o time em atividade após os pedidos de renúncia dos presidentes dos conselhos diretores sempre foi minha e acho que cumpri a minha missão. Mais do que nunca, o Imperatriz está vivo, este ano foi vice-campeão e por pouco não conseguiu o bi.
Mesmo sem qualquer responsabilidade sobre o time, pois desde que os presidentes foram eleitos nunca me meti em contratações, patrocínios ou arrecadação. Todos eles tiveram plena liberdade para agirem, afinal entendo que quem sabe das dificuldades do cargo são os presidentes e eles devem saber o que estão fazendo para melhorar. Fui atacado sistematicamente por quem não conhece nada do time e cujo interesse era simplesmente entregar o Cavalo de Aço para, segundo eles, dois pré-candidatos a deputado.
Mas a condição para que estes dois políticos assumissem seria a entrada de um intermediário no time. Estou dizendo o que me chegou sobre estes ataques, pois nunca fui procurado e acho que se estes dois pré-candidatos realmente quisessem ou existissem, não colocariam como entrave a presença de A ou B, bastava assumir o time e tocar.