Todas as homenagens que uma sociedade presta a um dos seus moradores, seja por entidades sociais, empresas ou públicas, devem ser respeitadas e bem aceitas por quem foi o escolhido. Nada mais fora da chamada etiqueta social do que um homenageado não comparecer e enviar um representante em seu lugar. Isso é considerado falta de respeito para com a própria cidade. Claro que há casos em que não se poderia comparecer, no entanto apenas por querer receber de forma isolada ou menosprezar deve ser repugnado por todos.
Ao contrário do que alguns pensam, a Polícia Civil não está de braços cruzados em relação ao caso do empresário Sandes Emanuel Queiroz da Silva, encontrado morto no município paraense de Dom Eliseu. A polícia está investigando e tem pistas que poderão levá-la à elucidação do bárbaro crime. O silêncio das autoridades é compreensível. Se ficarem revelando tudo que apuram, o trabalho certamente será prejudicado. Na noite de sexta-feira, parentes e amigos da vítima fizeram um buzinaço pela cidade, inclusive parando em frente à Diretoria Regional de Segurança.
O governo diz que só negocia com os policiais se suspenderem a greve. Os policiais não aceitam parar. Negociam, mas em greve. Como nenhum cede, fica difícil um entendimento. Ainda mais quando o radicalismo toma conta da situação.
Quem não comparece perde, inclusive, o momento de agradecer e ficar emocionado pela homenagem, como ocorreu com Vilson Maia, Domingos Cezar, professor Manoelzinho da Fest e todos os outros que foram contemplados com o título de Cidadania Imperatrizense. E não somente daqueles que foram homenageados, mas extensivos a seus familiares.
Foram marcantes os discursos do jornalista Domingos Cezar relembrando sua carreira, assim como do Vilson Maia, que fez um breve histórico sobre a trajetória empresarial que o tornou um dos homens mais importantes da vida empresarial de Imperatriz. O próprio Dimas Salustiano, mais do que nunca, estava emocionado. E o que falar do presidente da Cenapa?
A propósito da nota “Culpado, quem?”, na coluna de sexta-feira, o vice-prefeito Jean Carlo disse que “como cidadão e vice-prefeito da segunda maior cidade do Maranhão, jamais gostaria de responsabilizar governo ou governante algum sobre a tragédia que se abateu sobre o empresário e sua família”, mas “não poderia ser omisso, imprudente ou negligente diante de um crime que abalou a cidade e a região, senão estaria incorrendo na mesma atitude da governadora Roseana Sarney”. Sobre a afirmativa de que a postura do vice-prefeito não foi assimilada no meio político, Jean diz que “o meio político principal ...
O Partido dos Trabalhadores entra na terça-feira com uma representação contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Em discurso polêmico, quinta-feira, no plenário da Câmara, Bolsonaro questionou a orientação sexual da presidente Dilma Rousseff, ao protestar contra o que ele chama de “Kit Gay”, material que seria distribuído em escolas para combater o preconceito contra homossexuais.
De todos os que foram escolhidos pelos vereadores, há apenas um, exatamente o presidente da Embratur, Flávio Dino, que foi indicado por Rildo Amaral, que sequer compareceu ao plenário da Casa na sexta-feira. Flávio Dino não tem ação nenhuma que o ligue a Imperatriz. Os dois gestos, do autor e do homenageado, ambos por não prestigiarem a solenidade, foram criticados pelos presentes.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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