Com os dados em mãos, Ophir Cavalcante, presidente nacional da OAB, critica a fiscalização das instituições de ensino superior, a cargo do Ministério da Educação (MEC). “É uma política insuficiente, carente de estrutura e rigor. O MEC continua a ceder a apelos políticos e não fiscaliza como deveria”, diz Cavalcante. “Se o trabalho fosse feito de maneira correta, metade dos cursos de direito do Brasil teria de ser fechada.”
As eleições estaduais só acontecerão em 2014, mas ontem pela manhã quem passava na Praça de Fátima presenciava uma verdadeira cena de campanha. Era o deputado federal Domingos Dutra, acompanhado de um carro de som com a sua música da campanha de 2010, e um boneco gigante. Ele e assessores distribuíam um informativo sobre a sua atuação parlamentar e, como não poderia deixar de ser, recheado de ataques a Roseana e Sarney. Mas não se viu na “prestação de contas” do parlamentar maranhense a emenda em que ele destinou recursos para um município do Estado do Tocantins, ...
“A Constituição proíbe a greve e a sindicalização dos militares. Inclusive, isso está no próprio Estatuto da Polícia Militar”. A frase, atribuída ao Cel. Francisco Melo, foi lembrada ontem pelo jornalista Gilberto Léda, de São Luís. Melo teria feito a declaração em 2009, quando era comandante da PM, ocasião em que os policiais militares ensaiaram uma greve. Adversário do atual governo, hoje Melo defende a paralisação dos militares.
Dos balaios que se manifestaram em relação à greve da polícia, o Pastor Luiz Porto, ex-vice-governador, foi o único sensato. Ao invés de jogar gasolina na fogueira, ele ligou para o Palácio dos Leões para dar “uma palavra de conciliação” à governadora Roseana Sarney. Porto não está tentando tirar proveito político de um problema tão sério, como estão fazendo os outros oposicionistas.
Deputados da oposição estão se metendo nas conversações entre os policiais militares e bombeiros com o governo. Será que eles têm mesmo o interesse que a greve acabe logo? O palanque está armado e não seria nada bom acabar agora com o discurso...
Ontem o ex-prefeito Ildon Marques apareceu na solenidade de entrega do Título de Cidadão Imperatrizense. Pré-candidato a prefeito, ele foi prestigiar um dos homenageados, Manoel Ferreira, da Faculdade Santa Terezinha (FEST).
O presidente da Embratur, Flávio Dino, não pôde vir receber o Título de Cidadão, outorgado pela Câmara por sugestão do vereador Rildo Amaral pelos relevantes serviços prestados a Imperatriz. - Que serviços mesmo?...
A Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou o texto do novo Código Florestal Brasileiro. No entendimento do deputado Sarney Filho (PV-MA), as mudanças apresentadas pelo Senado são um retrocesso à legislação ambiental. Entre as alterações está a suspensão de multa aos proprietários que desmatarem as áreas de preservação permanente; e a retirada de quatro módulos fiscais das propriedades para a definição da reserva legal. Sarney Filho defendeu a revisão destes pontos, sob o risco de aumentar o número de áreas desmatadas.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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