O comandante-geral da PM, coronel Franklin Pacheco, está estranhando o grande número de atestados médicos apresentados nesse período da greve dos policiais e bombeiros. Normalmente o comando recebe seis atestados por dia. Anteontem foram cerca de 150. Assustado, o comandante pediu informações à Secretaria de Estado da Saúde se está havendo algum surto ou epidemia em São Luís, tendo em vista a grande quantidade de atestados.
Dezenas de prefeitos estiveram ontem reunidos no Salão Verde da Câmara. Eles reivindicam a aprovação pela Câmara do projeto que redistribui os royalties do petróleo. O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, se reuniu com o presidente da Câmara, Marco Maia, para discutir o assunto. Ziulkoski estava acompanhado do relator da proposta no Senado, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Não está dando para entender essa parceria entre o governo do Estado e a prefeitura. Enquanto a governadora passa sufoco com a greve dos policiais, há assessores do prefeito Madeira que, ao invés de ajudar a apagar o incêndio, estão é jogando gasolina. Um teria inclusive ido levar um “pedido de desculpas” de Madeira por ainda não ter comparecido ao acampamento dos grevistas, porque está viajando. Madeira esclareceu que não autorizou nenhum assessor a tomar tal atitude. Aliás, há madeiristas que não perdem a oportunidade de chamar Roseana daqueles nomes impublicáveis...
O presidente estadual do PDT, Igor Lago, está igual curió na muda em relação à greve dos policiais militares. O pedetista tem consciência do tratamento que a classe recebeu durante o Governo Jackson Lago. Por isso, não vai perder a oportunidade de ficar calado...
Que os policiais estão certos em reivindicar os seis direitos, não há dúvida. Eles merecem ganhar melhor. Mas deveriam ter procurado outro caminho para brigar por isso. A greve deixa a população insegura, com medo, ainda mais com a onda de crimes que vem sendo registrada nos últimos dias. Vamos rezar para que Deus ilumine as cabeças dos dois lados – governo e polícia – e haja um entendimento para que tudo volte à normalidade. Que assim seja. Amém.
O presidente estadual do PDT, Igor Lago, acusa Julião Amin, assessor do ministro Carlos Lupi, e o deputado federal Weverton Rocha de estarem tentando derrubá-lo do comando da Comissão Provisória.
João Capiberibe (PSB-AP) tomou posse na tarde de ontem como senador pelo estado do Amapá. Impugnado pela Ficha Limpa, ele conseguiu o direito de tomar posse após o STF considerar a lei inaplicável ao pleito de 2010. Em seu discurso de posse, Capiberibe pediu a José Sarney que deixem suas divergências políticas e ideológicas de lado para que trabalhem em parceria pelo Amapá.
O deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) agradeceu ao Ministério dos Transportes e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) pela autorização das obras na BR-135. Ele antecipou que o início da recuperação da rodovia ficou acertado para o mês de junho do próximo ano.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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