Sempre às voltas com pouca receita e excesso de tributos, gestores municipais acabam por buscar soluções intermediárias que mais cedo ou mais tarde penalizam o município. Em dezembro passado o município de Imperatriz teve parte do seu FPM bloqueado. E por quê? Em 2008 a então gestão assessorada por uma empresa chamada Furj, deixou de recolher o INSS, passando a promover a compensação dos valores referentes à retenção de contribuições previdenciárias, isto é, pagar com supostos créditos o imposto devido. Quando empossado, o prefeito Madeira não sentiu sustentação jurídica e mandou suspender a prática, chegando mesmo a ...
Madeira afirmou ontem que o mais importante é que a dívida é do município e este tem que pagá-la. É o que sua gestão tem feito, não somente nesta área, nem com relação a seu antecessor. O conceito é o da credibilidade. “Imperatriz deve, Imperatriz paga, seja INSS, Cura I ou Cura II e asfalto também. Não adianta apontar culpados”. Ao mostrar satisfação pelo fato do episódio ter sido solucionado e, sobretudo, não ter afetado o cumprimento dos pagamentos aos servidores efetuados rigorosamente em dia, há três anos, o prefeito também destacou o abono concedido aos servidores ...
A odontóloga Rosângela Curado foi nomeada pelo governo do Estado para o cargo de gestora da saúde na região. A informação foi dada ontem à coluna pelo ex-vereador Nival Coelho, presidente municipal do Democratas. Rosângela estava exercendo o cargo de secretária de Saúde em Coelho Neto e se mudou para Imperatriz, onde também ocupou o mesmo posto na Administração Ildon Marques. Segundo Nival, ela vai deixar o cargo no prazo estabelecido pela legislação eleitoral para se candidatar a prefeita. O prazo para desincompatibilização vai até 6 de abril.
A nomeação de Rosângela é importante porque dará mais visibilidade. Mas pode ser uma faca de dois gumes, pois assume um setor complicado, que é a saúde. Ela conseguiu se destacar na Secretaria Municipal de Saúde, onde o seu trabalho foi elogiado. Se acertar de novo, tudo bem. Mas se errar, vai de água abaixo tudo que plantou...
Entrou 2012 e os técnicos do time sarneysta já começam a discutir a escalação dos jogadores que entrarão em campo para as disputas das eleições de 7 de outubro. No final de semana se reuniram a governadora Roseana Sarney, o senador José Sarney e o ministro Edison Lobão. As eleições municipais são a preparação do time para as eleições estaduais de 2014.
Levantamento feito pela Folha de S.Paulo revela que 127 congressistas podem disputar a eleição de prefeito. Segundo o levantamento, são 121 deputados federais e seis senadores - 21% do total de 594 parlamentares. Na Câmara, os partidos que têm maior número de pré-candidatos são PSDB – 19; PMDB – 14; DEM – 14; PSB – 12; PTB – 10; PT – 9. No Senado, os pré-candidatos são do PSDB – 2; DEM – 1; PCdoB 1; PMDB – 1; PT – 1.
Depois de Maranhão e Ceará, agora é o Pará que pode enfrentar greve dos policiais militares. Informações não oficiais revelam que estaria havendo uma convocação de soldados, cabos e sargentos para cruzar os braços no próximo dia 19. O Comando da PM desconhece essa movimentação.
O prefeito Dioni Alves, de Ribamar Fiquene, ainda não se pronunciou sobre nome de candidato que apoiará à sua sucessão. No grupo existem nomes que procuram se viabilizar junto à opinião pública: a filha do ex-prefeito Ita, Edianne (PMDB); o vereador Genival (PSD); o atual vice-prefeito, Luís Sabino (PR), e a vereadora licenciada Ivoneide, secretária de Educação. Há dois meses, Dioni reuniu o grupo político em sua casa e fez um balanço dos resultados das eleições de 2004/2008, em que o grupo saiu vitorioso. Ele tem encomendado pesquisas e naturalmente tem avaliado a postura dos nomes que ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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