Ontem, o professor Raimundo Nonato da Silva, que está em guerra contra Eduardo Palhares e Neudson Claudino, disse que não há motivos para o pedido de sua expulsão do PSB. Ele avisou que está preparado para recorrer à justiça se o partido decidir expulsá-lo. Quanto à eleição do diretório do partido, ele defende a posse de Kléber Miranda como presidente. Nonato também aprova a participação do partido nos encontros que começaram a ser realizados na quarta-feira com outros partidos, mas observa que o PSB vai às convenções com pré-candidato.
As pessoas reclamam dos administradores, mas não fazem a sua parte. Para evitar ir até ao retorno, motoqueiros e ciclistas estão fazendo desvios quebrando o meio-fio da nova Avenida Pedro Neiva de Santana. É assim. O poder público faz e o povo se encarrega de quebrar...
As siglas PCdoB, PT, PPS, PDT, PSB e PSOL se reuniram ontem em Imperatriz para discutir uma possível aliança para as eleições municipais de 7 de outubro. Com exceção do PDT, todos têm pré-candidatos a prefeito lançados. Então, se for fechada esta aliança, quem abriria mão da cabeça de chapa? Dificilmente os comunistas abririam, porque o vereador Edmilson Sanches trocou o PSDB pelo PCdoB exclusivamente para ser candidato, pois no ninho tucano era impossível, devido ao prefeito Madeira, que disputará a reeleição. Se os outros concordarem, tudo bem, senão, a sonhada aliança não será concretizada, pelo menos ...
O pré-candidato a prefeito pelo PPS, Pastor Luiz Carlos Porto, é um dos defensores das discussões visando a aliança, mas disse que o seu partido não fechará a porta para conversações com o PSDB do prefeito Madeira. Hoje o partido integra o governo com dois secretários, mas Porto, agora presidente da sigla, inicia articulações junto aos partidos da chamada esquerda.
Como em política tudo é possível, na verdade não se pode duvidar de nada. Mas as negociações entre PCdoB, PPS, PDT, PSB, PSOL e PT não caminhariam para o fechamento de uma coligação envolvendo todos eles. O PDT, por exemplo, tem o atual vice-prefeito, Jean Carlo, e ele pode ser mantido na chapa liderada por Madeira. O prefeito já teria inclusive sido alertado por “gente grande”, que nem do PDT é, sobre a importância de se manter esse partido na sua base. Quanto ao PPS, se continuar em São Luís com João Castelo, poderá seguir o mesmo ...
Imperatriz, 1972. O coletor estadual Francisco Xavier e o empresário Ivan Paiva Assunção formam a chapa da ARENA e vencem a eleição para prefeito. Mas Xavier foi cassado no mesmo ano em que tomou posse, 1973, e Ivan não assumiu. O governo decretou intervenção, nomeando o engenheiro Antonio Bayma Junior. Depois vieram os interventores Carlos Alberto Barateiro da Costa, militar, e Herbert Leitão, médico. Em 1976 se elegeu o médico Carlos Amorim.
Em São Luís o PCdoB quer o apoio do PT. Mas descarta apoio ao PT. E em Imperatriz não seria diferente. Quer dizer, só quer “venha a nós, ao vosso reino, nada”.
Recentemente o ex-vereador José Carlos Soares disse que ainda não havia decidido com quem ficar nas próximas eleições, embora os rumores de que ele tinha fechado acordo com o prefeito Madeira. Ontem, uma fonte disse ter visto pela manhã o ex-vereador na residência de Madeira, já decidido a vestir a camisa do tucano.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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