O torcedor do Imperatriz não nega fogo. Quando o time merece, ele vai ao estádio. A prova disso foi domingo, com o Frei Epifânio lotado. Agora o que foi observado é que os torcedores não esperaram o time receber a taça. Poucos ficaram. Com isso, não teve a tradicional volta olímpica. Amanhã, contra o Sampaio, novamente deve ser casa cheia.
O prefeito Sebastião Madeira não foi ao estádio ver o Cavalo de Aço ser campeão, mas estava lá o seu vice, o Pasto Luiz Porto, que gosta de futebol. Embora sempre vice na política, não é torcedor do Vasco. É palmeirense.
A oposição comemora os índices alcançados por Flávio Dino em uma pesquisa divulgada na sexta-feira (29). Feita entre os dias 18 e 22 de fevereiro, e ouvidas 2.000 pessoas em 40 municípios de todas as regiões do estado, pelo Instituto Conceito, contratada pela Folha do Maranhão, a pesquisa mostra Flávio Dino com Flávio Dino 64,2 % e Luís Fernando com 21,1 %. Se ainda falta mais de um ano para as eleições e o secretário de Infraestrutura, que não é conhecido, como diz a oposição, já aparece com 21,1%, deveria ser motivo de preocupação, e não de ...
O deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA), inconformado pelo não pagamento dos 30% para os vigilantes de todo o Brasil, disse que é inaceitável que a lei não se cumpra em sua terra, no Maranhão. “Estou entrando agora com a correspondência dirigida à Procuradoria do Trabalho no sentido de que se cumpra, imediatamente, a lei aprovada, e que tome todas as providências enérgicas que o caso merece e dê às empresas não cumpridoras da legislação em vigor a punição imediata”, disse o parlamentar. A Lei 12.740/12 foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em dezembro de 2012, estabelecendo um ...
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou proposta que acaba com o cumprimento de pena em regime aberto em casas de albergamento. A proposta altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). Pelo projeto, o condenado à pena de prisão por tempo igual ou inferior a quatro anos passará a ser submetido ao regime de recolhimento domiciliar, no qual o condenado sai de casa durante o dia para trabalhar ou estudar, mas precisa ficar em casa à noite e nos finais de semana e feriados. Atualmente, a legislação determina que o preso condenado a regime ...
Quando o secretário de Meio Ambiente e Urbanismo, Cleto Vasconcelos, tomou posse, o prefeito Sebastião Madeira recomendou um “choque de moralidade”. Quem conhece o secretário, sabe que ele tem vontade e coragem. Mas a missão é difícil e perigosa, porque mexe com “vícios” enraizados em toda a cidade. Ele precisa de apoio do prefeito, de órgãos das própria prefeitura e de instituições, como Câmara, Ministério Público, Justiça, Polícia e outros. A esculhambação é grande. São logradouros públicos ocupados, crimes contra o meio ambiente e outros problemas mais que, para serem resolvidos, exigem medidas rigorosas. Mas Cleto assumiu ...
A Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo foi procurada para autorizar a colocação de uma placa de propaganda em cima da Praça de Fátima. A secretaria negou. Mas no outro dia estava lá a placa. Cleto Vasconcelos não contou conversa. Imediatamente mandou quebrar o cadeado do reboque e retirou a placa. Na calçada de uma loja, um camelô colocou uma grande caixa para vender cds e dvds piratas. Ele foi orientado a sair mas no outro dia continuava lá. O material foi apreendido e entregue à polícia.
As praças são um dos alvos principais da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo. A de Fátima tem de tudo. Um canteiro está ocupado por dependentes químicos. No Camelódromo ele já deu prazo a um comerciante para retirar um quiosque, frequentado por vários viciados em cachaça. É só o começo de uma grande limpeza que a secretaria pretende fazer nos logradouros.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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