A Câmara Municipal promete agir. O vereador Antônio José, presidente da Comissão de Obras e Serviços Públicos, avisou que vai procurar a empresa responsável pela coleta do lixo para tratar do assunto. Quer medidas para evitar que haja derramamento do chorume nas ruas.
O vereador Esmerahdson de Pinho (PSDB), em pronunciamento da tribuna considerou deselegantes as declarações dadas pelo colega Carlos Hermes (PCdoB) em relação a vereadores que integram o grupo de situação. “Escolhi o Madeira porque quis. Porque acredito nele. Se falhar, criticarei”, disse Esmerahdson. O vereador lembrou que quando Jomar Fernandes (PT) era prefeito, sua mãe, a então vereadora Mary de Pinho, era contra, além de Arnaldo Junior e Helena da Educação, “mas não acredito que os vereadores que defendiam Jomar eram beneficiados”.
A vereadora Edneusa Caetana Frazão votou contra um projeto de lei de autoria dela própria. O projeto determinava a concessão de descanso no dia do natalício do servidor público municipal. A Comissão de Constituição, Justiça e Redação deu parecer contrário. Colocado em votação no plenário, o parecer foi aprovado. Caetana seguiu os votos dos colegas.
As declarações do prefeito Madeira ao ao jornalista Clodoaldo Correa, de O Imparcial, repercutiram. Mas não são novidade. Madeira (PSDB) revelou que a preferência nas eleições de 2014 é pela candidatura de Luís Fernando Silva (PMDB). Ele já vem demonstrando claramente a sua opção pelo secretário de Estado de Infraestrutura. - “O partido não tem perspectivas de lançar candidatura própria. Eu fui fiel ao Jackson Lago todo o tempo. Após sua morte, eu procurei o governo que tem feito parcerias importantes com Imperatriz. Politicamente é mais difícil uma aliança com o PCdoB, que tem as correntes mais ...
“Eu também observei isso. E outra coisa: por que foi colocado o lugar de receber o troféu virado para aquele lado? Mesmo que as outras pessoas tivessem ficado, não tinham visto.... eu esperei e não vi, pois eles estavam virados de costas pra mim”. Comentário da leitora Dilma Fernandes no facebook, a respeito da nota observando que os torcedores não esperaram o time do Imperatriz receber a taça.
Terminou nesta terça-feira (2) o prazo destinado aos gestores públicos maranhenses para a entrega ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) da documentação relativa à prestação de contas do exercício financeiro de 2012. Até as 18h, quando foram fechados os portões de acesso ao Tribunal, 400 gestores já haviam entregado ao órgão suas prestações de contas, sendo 148 prefeitos, 141 presidentes de Câmaras Municipais e 111 responsáveis pela gestão de órgãos da administração estadual.
Hoje acontece a primeira sessão da semana da Câmara Municipal de Imperatriz. As pautas das últimas reuniões têm sido recheadas de Indicações. São solicitações ao Executivo para piçarramento e asfaltamento de ruas, rede de esgoto, instalação de semáforos, recuperação de estradas vicinais, construção de pontes, de escolas, postos de saúde, de praças, sistema de abastecimento de água em bairros e povoados, além de outros benefícios. Essas solicitações dificilmente são atendidas pelo Executivo. Não é obrigado a atendê-las. Mas os vereadores estão fazendo a sua parte. E as sessões não se resumem a Indicações. Há mais ações importantes ...
Pelo que se viu no jogo do Cavalo de Aço, domingo, poderemos ter novidades nas eleições do próximo ano. O nome de um jovem empresário foi visto em camisa.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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