Lançado na noite de ontem no Rio de Janeiro o livro O Que É que a Baiana Tem? - Dorival Caymmi na Era do Rádio, retrata o período que vai de 1930 a 1950 e ficou conhecido como a Era do Rádio. Para a galera do control c e control v durante duas décadas, o rádio, que havia surgido no Brasil no decênio anterior, os anos 20, se consolidou como plataforma para o lançamento de músicas e a popularidade de cantores e compositores, quase sempre em apresentações ao vivo, nos auditórios das emissoras. Se vivo, Caymmi teria ...
Querem retirar do Engenhão seu nome oficial, Estádio Olímpico João Havelange. Tudo porque Juca Kfouri engrossa campanha contra o ex-presidente da antiga CBD e da Fifa por conta de um relatório divulgado pela entidade internacional que aponta seu envolvimento em corrupção.
Já está em casa depois do susto que passou e deu nos amigos, Chico da Banca. Pra variar, ontem ao atender ao celular e ouvir do interlocutor que este lhe faria uma visita, retrucou: “Não precisa vir não, que eu já vou pra casa”. Tá convalescendo o “home”, mas tá curado. Esse é o Chico que a galera conhece.
No extremo da irresponsabilidade e do abuso é como se comporta a maioria dos envolvidos em acidentes de trânsito. Qualquer estatística digna, se não apontar a cidade entre as mais violentas, vai colocá-la entre as que possuem maior incidência de acidentes no trânsito. Nesse final de semana, três mortes se somaram às dezenas já ocorridas em um ano que ainda sequer encerrou o semestre (faltam sessenta dias). Dessas, duas delas, irresponsabilidade dos condutores, um deles com alto indício de uso e abuso de bebida alcoólica; e outra, irresponsabilidade da vítima. Além desses, de quem é a culpa? ...
É como teria ficado o presidente da AL, Arnaldo Melo, quando da realização da terceira Jornada de Integração Legislativa em Balsas, por conta do aparecimento no local do já declarado pré-candidato ao Governo em 2014, Flávio Dino, que acompanhado de comitiva saiu a distribuir cumprimentos e abraços.
Uns entendem que no evento realizado no auditório da UniBalsas não cabia a presença do comunista. A bronca é mais pela carona de ocasião. Gozadores de plantão afirmam, entretanto, que Flávio teria aparecido ali em busca de público, já que em seu Diálogos pelo Maranhão teria faltado quorum.
Foi-se o tempo em que se perguntava o que a baiana tem. Se depender das caxirolas atiradas em campo durante o BA-VI de domingo, o baiano se revelou de outra forma. Que o Brasil, em 2014 e sempre, não lhe siga o exemplo.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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