Quem tem razão nesta briga? De um lado, o vereador tucano Esmeradson de Pinho bate de frente com o comunista professor, vereador Carlos Hermes. O primeiro, do lado governista cujo líder na Câmara, vereador José Carlos "Pé de Pato", classifica a greve como política, o segundo, na defesa do aumento salarial pretendido pelos professores.
De qualquer forma é bom que não se perca o foco. O que se levanta contra Carlos Hermes é a política praticada pelo governo Jomar Fernandes, que deixou muita gente, professores e outros servidores em maus lençóis, por conta dos salários atrasados e nunca se ouviu do edil uma manifestação de solidariedade a quem ainda se encontra em situação de inadimplência por conta do episódio.
Tudo bem que admissibilidade não significa concordância com o mérito, mas quem pensava já ter visto de tudo se estarrece diante da iniciativa do deputado petista Nazareno Fonteles (PI) em apresentar e aprovar na Comissão de Constituição e Justiça a PEC 33. Esta condiciona o efeito vinculante de súmulas aprovadas pelo STF ao aval do Poder Legislativo e submete ao Congresso Nacional a decisão sobre a inconstitucionalidade de leis. Tentar colocar as decisões de um colegiado do qual fazem parte João Paulo Cunha e José Genoíno, dois mensaleiros acima das decisões tomadas pela mais alta Corte do ...
Previsto para ocorrer em agosto de 2014, o fim dos lixões em todo o país será, sem dúvidas, um ganho ambiental significativo, mas não tem Bolsa Família que elimine seu passivo social, tudo porque a Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e obriga os municípios a depositarem o lixo em aterros sanitários controlados, também representa o fim do trabalho para milhares de catadores.
Em Impertriz, por exemplo, centenas de pessoas estão lá (no lixão) todos os dias. Esses trabalhadores vão fazer o que quando aquilo acabar? Antes tarde do que nunca, é bom alguma entidade ou a secretaria responsável ir se preocupando. Fazer o cadastramento é um princípio.
Foi como inchou a moral de um secretário da região tocantina. A frase é, por incrível que pareça, de um outro secretário do mesmo município. De ambos, a Coluna se reserva no direito de não revelar os nomes.
Encerrado o prazo, cerca de 1,3 milhão de eleitores podem ter os títulos cancelados, segundo os números divulgados ontem pela Justiça Eleitoral. Não teriam votado nem justificado os votos nas últimas três eleições. O cancelamento ocorrerá de 10 a 12 de maio. O cancelamento de título dificulta a retirada de passaporte ou carteira de identidade, o recebimento de salários de função ou emprego público e obtenção de certos tipos de empréstimos e inscrição. Também complica a investidura e nomeação em concurso público e renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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