Manda quem pode, obedece quem tem juízo, diz a sabedoria popular. Na edição de 20 de abril passado, O PROGRESSO publicou sob o título Justiça Federal determina ao INSS redução no tempo de espera para perícias médicas, matéria com a decisão do juiz federal Newton Pereira Ramos Neto, da 1ª Vara da Subseção Judiciária de Imperatriz, determinando ao INSS que, no prazo de trinta dias, adotasse as providências necessárias a fim de garantir aos segurados da região um prazo de realização das perícias médicas de no máximo quinze dias, a partir da data do agendamento. A decisão ...
O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Antonio Guerreiro Júnior, e o advogado Mário Macieira, presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA), discutiram ontem o preenchimento da vaga de desembargador no Poder Judiciário do Maranhão pelo Quinto Constitucional. Como se sabe, a vez no quinto é da advocacia, o que talvez vocês não saibam é que Imperatriz tem um concorrente à vaga. Trata-se do procurador geral do município, advogado Gilson Ramalho.
Entre os candidatos ao cargo de desembargador, três advogados tiveram suas inscrições indeferidas e dois deles (Samir Murad e Walney Abreu) recorreram ao Conselho Federal da OAB contra a decisão da seccional.
Desde ontem que as operadoras de planos de saúde que não derem autorização para qualquer procedimento médico, desde exames até cirurgias, terão que explicar, por escrito, os motivos para a negativa. As operadoras sempre foram obrigadas a informar toda e qualquer negativa de cobertura. A diferença, a partir de agora, é que o usuário pode pedir a justificativa também por escrito, por correspondência ou meio eletrônico, e as operadoras terão prazo de 48 horas para responder. Com o documento, o consumidor pode incluir a justificativa em eventuais processos judiciais.
É temerária a situação do transporte coletivo em Imperatriz. Todos os dias a empresa VBL tem ônibus apreendidos. A empresa tem que ser punida mesmo se estiver irregular, como indicam as ações até aqui desenvolvidas pelo Ministério Público, Polícia Militar e até Polícia Rodoviária Federal. Na outra ponta, a situação não pode continuar como está, mesmo porque não existem ou se existem ainda não é de conhecimento público, que alguma empresa tenha uma frota de coletivos suficientes para atender à demanda.
Tudo indica, independente de quem é o “pai”, que o projeto da travessia urbana de Imperatriz vai mesmo sair do papel. Com toda a balbúrdia que se verifica nas imediações do Entrocamento nos dois sentidos, sobre o viaduto; na altura do ponte do Cacau e nas saídas, nos entornos das concessionárias de veículos na altura do Maranhão Novo, a duplicação será bem vinda.
Mundialmente reconhecido, o blog Wikileaks, Julian Assange à frente, fez furor pelo ineditismo de suas revelações. Em Imperatriz, um blog espertamente assimilado por alguém que se escondia no anonimato também causou sensação, direcionando sempre à prefeitura municipal suas divulgações. O município reagiu, alegando entre os supostos crimes cometidos pelo autor anônimo a publicação de informações privadas de servidores, capturadas do site da Prefeitura por meios ilícitos. Judicialmente provocado para a retirada do blog e seu conteúdo, cujo pleito foi acolhido pela justiça em primeiro grau, o Google recorreu. Entre seus principais argumentos: 1º) Violação aos princípios constitucionais, ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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