Feito aí o adendo de que ele (Porto) pode nem ser o candidato. É bom lembrar que Carlinhos Amorim disputará a reeleição com total apoio. Carrega consigo o crédito de ter sido candidato a prefeito em uma situação difícil, justamente como uma linha de frente para as eleições que se aproximam.
Por outro lado, há quem não se esqueça de que para as últimas eleições municipais, num primeiro momento, o pretenso candidato poderia ter sido o professor (eleito vereador) Marco Aurélio. Depois, cogitou-se o vereador Sanches (que inclusive desfiliou-se do PSDB). Ambos acabaram preteridos para Carlinhos Amorim, que é filiado ao PDT, ser o candidato. A leitura é que no tocante a candidaturas, o grupo de Flávio Dino joga com o que melhor lhe convier.
No final de semana, foi o furdunço que se viu. Agências da Caixa lotadas, mães carregando filhos e, em alguns locais, depredação. No decorrer dos dias, a presidente Dilma e o chefe Lula, declarando (em resumo) ser um crime a propagação da boataria. Descabidas, as afirmações atribuíam à oposição de propagar o boato que evoluiu até para o fim do Programa Bolsa Família. Pois bem, eis que vem à tona a informação de que a Caixa Econômica Federal mexeu na planilha às vésperas do pagamento. Antes, era um escalonamento a partir do dia 17; com a decisão, ...
Os interessados em fazer o Exame Nacional de Ensino Médio devem ficar atentos. O prazo para o encerramento das inscrições termina amanhã, segunda-feira, às 23h59. É obrigatório informar o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) e do documento de identidade. A taxa de inscrição é de R$ 35. Estão isentos alunos que estejam cursando o 3º ano do ensino médio em escolas públicas. A partir deste ano, também podem solicitar a isenção da taxa candidatos com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo.
Encaminhado na terça-feira à Comissão Nacional da Verdade, dia em que promoveu o balanço de seu primeiro ano de atividades, o livro Camponeses Mortos e Desaparecidos: Excluídos da Justiça de Transição apresenta 1.200 casos de camponeses mortos e desaparecidos na ditadura militar. Os estados que acumulam o maior número de pessoas assassinadas (lideranças ou não) são o Pará (342 mortes), o Maranhão (149 mortes), a Bahia (126 mortes), Pernambuco (86 mortes) e Mato Grosso (82 mortes). Mais de 96% dos assassinados eram homens.
Ressalte-se que a grande parte das mortes não ocorreu pelas mãos dos “agentes do Estado” (policiais e militares), 15% do total (177 casos), mas por “agentes privados” (milícias e pistoleiros contratados).
Quatro pessoas foram assassinadas antes do golpe de abril de 1964; 756 foram mortas durante a ditadura (sendo 432 na abertura política após 1979); e 436 após março de 1985, na transição civil (governo Sarney). O livro é resultado do projeto Direito à Memória e à Verdade em parceria com a Comissão Camponesa da Verdade, coordenado por Gilney Viana, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), que elaborou o estudo.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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