Quatro pessoas foram assassinadas antes do golpe de abril de 1964; 756 foram mortas durante a ditadura (sendo 432 na abertura política após 1979); e 436 após março de 1985, na transição civil (governo Sarney). O livro é resultado do projeto Direito à Memória e à Verdade em parceria com a Comissão Camponesa da Verdade, coordenado por Gilney Viana, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), que elaborou o estudo.