Ressalte-se que a grande parte das mortes não ocorreu pelas mãos dos “agentes do Estado” (policiais e militares), 15% do total (177 casos), mas por “agentes privados” (milícias e pistoleiros contratados).
Edição Nº 14713
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Ressalte-se que a grande parte das mortes não ocorreu pelas mãos dos “agentes do Estado” (policiais e militares), 15% do total (177 casos), mas por “agentes privados” (milícias e pistoleiros contratados).
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