De autoria do deputado Osmar Terra, a Câmara dos Deputados acaba de aprovar o projeto de lei nº 7.663/10 e já apontado como um dos maiores retrocessos legislativos dos últimos tempos quanto ao impacto da lei de drogas no sistema prisional e na Justiça criminal, por aqueles que insistem não valer o aumento de pena para traficantes e usuários. O argumento destes é que o texto base nada mais representa que um suposto combate às drogas, servindo na verdade como um instrumento eficaz de criminalização da pobreza e da juventude negra.
O deputado foi ao combate a quem é avesso à sua iniciativa. Afirmou que o argumento central de quem defende a liberação das drogas parte de premissas erradas. Lembra Osmar Terra que desde a promulgação da Lei nº 11.343, de 2006, que trouxe em seu bojo o aumento da pena mínima para traficantes (de 3 para 5 anos), o número de criminosos presos triplicou, mas o tráfico não diminuiu. - Como explicar, então, que um aumento de 60% no tempo de pena tenha gerado crescimento de 300% no número de traficantes presos? Pergunta.
A explosão da epidemia do crack é uma verdade, que engasga garganta abaixo os discursos liberacionistas. De 2006 para cá, aumentou muitas vezes a oferta da droga, o número de dependentes químicos e, por consequência, de traficantes.
No fichário do INSS, até o ano de 2006, o maior número de solicitação de auxílio doença era patrocinado por dependentes do alcoolismo. Isso acabou. Em 2012, usuários de crack e de cocaína superaram em duas vezes e meia as solicitações.
Tem uma enterrada em Imperatriz quando se trata de SESC. É incompreensível que a cidade que tem um dos melhores mercados de trabalho do norte e nordeste tenha um enorme vazio. Em 2012, cobramos que Imperatriz não conseguiu se fazer incluir no Projeto Sonora Brasil criado em 1998 e que este ano chega a sua 16ª Edição a percorrer 128 cidades em todas as regiões. O projeto criado pelo Sesc é gratuito e produz a maior circulação musical do país.
Por conta do projeto As Caixeiras do Divino, grupo maranhense (alguém já ouviu falar?) fez suas apresentações e mostrou sua arte em Pernambuco. Para 2013 não tem mais jeito, Imperatriz mais uma vez fica de fora. Não verá um acordeão em suas variantes regionais ligadas à tradição oral, trazendo a gaita-ponto, nem uma sanfona de oito baixos, menos ainda um acordeão de 120 baixos. Dizer o que, então, das composições modernas e contemporâneas relacionadas à música de concerto e a outras formas ligadas à vertente acadêmica. É por essas e outras que já passou da hora de ...
Com o aumento da taxa Selic em 0,5 por cento, sobem (é a segunda, sucessiva) os juros básicos da economia para 8% ao ano. A voz oficial do Governo Dilma via Comitê de Política Monetária resulta na avaliação de que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano. Principal instrumento do BC para manter a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dentro da meta estabelecida pela equipe econômica, o aumento da taxa Selic prejudica o reaquecimento da economia. Juros mais autos, crédito ...
Por pura pressão do senador Fernando Collor, a Caixa Econômica Federal, que só patrocina clubes da Primeira Divisão, acaba de liberar R$ 1 milhão para o CRB de Alagoas, que disputa a série C. Enquanto isso, o Cavalo de Aço míngua em busca de mirreis.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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