Por conta do projeto As Caixeiras do Divino, grupo maranhense (alguém já ouviu falar?) fez suas apresentações e mostrou sua arte em Pernambuco. Para 2013 não tem mais jeito, Imperatriz mais uma vez fica de fora. Não verá um acordeão em suas variantes regionais ligadas à tradição oral, trazendo a gaita-ponto, nem uma sanfona de oito baixos, menos ainda um acordeão de 120 baixos. Dizer o que, então, das composições modernas e contemporâneas relacionadas à música de concerto e a outras formas ligadas à vertente acadêmica. É por essas e outras que já passou da hora de Imperatriz ter uma unidade do SESC ou não?
Edição Nº 14718
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