Imperatriz, que sempre realizou bons desfiles na Semana da Pátria, tem tudo para fazer hoje um dos melhores de sua história. Em alta, “bombando”, como gosta de acentuar o prefeito Madeira, recebendo boas notícias via investimentos e melhoria na qualidade de vida, a exemplo da recente divulgação do IDH que nos colocou à frente de verdadeiras metrópoles do interior, como Feira de Santana, na Bahia, e Campina Grande, na Paraíba, a cidade vive seu melhor momento. O que se viu durante os desfiles iniciados nos bairros e povoados desde o domingo último aponta para a alta estima ...
É preocupante a instalação de diversos postos de combustíveis, sem que haja por parte das autoridades competentes a observação de regras de segurança mínima. Normalmente instalados em esquinas, em áreas pequenas e vizinhos a residências. O incêndio que aconteceu recentemente em um posto no Entrocamento não serviu de exemplo.
O veranico acontecido em Imperatriz é também uma lição. Se quiserem praias na cidade, chegou a hora de profissionalizar começando pela estruturação. Com amadorismo de achar que dá, não vai se chegar a lugar nenhum. O sistema nacional que opera o setor tem compromissos com o fornecimento de energia do país e vai além da (boa) vontade. Um exemplo pode ser colhido em Palmas, que sempre teve suas praias e, com a construção da Usina do Lajeado, deixou de ter. Qual foi a solução? A construção de uma praia artificial. Perene, limpa e bonita. Com recursos do ...
Quem passou pela frente do Fórum, ontem, uma sexta feira, se surpreendeu com a movimentação. É que o Judiciário realizava uma série de audiências, inclusive, envolvendo questões de trabalhadores rurais.
A propósito, o diretor do Fórum Ministro Henrique de La Rocque, juiz Adolfo Pires da Fonseca, informou ontem que será realizada dia 20 de setembro, também uma sexta-feira, Audiência Pública na Câmara Municipal. O objetivo por parte do Poder Judiciário é prestar contas de seus trabalhos à comunidade.
Depois de muita polêmica, ontem a Câmara Municipal de Imperatriz aprovou o projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a contrair empréstimo de R$ 50 milhões junto à Caixa Econômica Federal. Como era esperado, 17 vereadores votaram a favor. Foram contra os quatro vereadores da oposição - Aurélio Gomes da Silva (PT), Marco Aurélio Azevedo (PCdoB), Carlos Hermes Ferreira (PCdoB) e Rildo de Oliveira Amaral (PDT). O pagamento do empréstimo será feito em 20 anos. Hoje a prefeitura tem condições de honrar o compromisso com recursos do FPM e do que arrecada. Consta que a arrecadação ...
A oposição esclareceu que não é contra a realização das obras, mas queria que fosse aprovada uma emenda para criar uma Comissão de Acompanhamento e Fiscalização das Obras. O vereador Carlos Hermes também observou que “o ideal seria a apresentação de um plano contendo as ruas e obras específicas a serem realizadas, bem como o orçamento do dinheiro a ser aplicado em cada uma delas”. A situação diz que para fiscalizar existem os próprios vereadores.
Agora vamos esperar para ver quem estava certa – se a oposição, que votou contra, ou a situação, que deu o voto de confiança ao Executivo. Uma coisa é certa: quando as obras estiverem prontas, a população dos bairros beneficiados saberá reconhecer o esforço daqueles que foram a favor. E não receberá com cara de amigo aqueles que ficaram contra. Mas o mais importante de toda essa picuinha será ver os moradores daqueles bairros usufruindo dos benefícios para os quais o empréstimo será destinado.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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