Em Governador Edison Lobão a situação política-administrativa é complicada não apenas no Poder Executivo. Consta que a situação também não é boa na Câmara Municipal, havendo um problema entre o presidente da Casa e cinco vereadores, os quais já teriam feito denúncia de supostas irregularidades ao Ministério Público. Quanto ao Executivo, consta que o MP já teria solicitado a folha de funcionários para apurar suposta prática de nepotismo.
Também está havendo reclamações quanto à colocação de lixo às margens da BR-010 no povoado Bananal e na MA-280, na saída de Governador Edison Lobão para Montes Altos. Até lixo hospitalar estaria sendo jogado ali.
Ao usar a tribuna na sessão de ontem para falar sobre projetos, o vereador João Silva observou que o que deve prevalecer é a qualidade, e não a quantidade de projetos de lei. Além da qualidade, os vereadores devem ter o cuidado de não apresentar projeto inconstitucional.
O vereador Rildo Amaral abordou ontem a questão da mobilidade urbana em Imperatriz. Ele mostrou as dificuldades que se tem para trafegar na cidade. Disse que demorou 33 minutos do Fiqueninho até a sua casa, no bairro Bacuri. Também observou a questão da falta de padronização das calçadas. Em aparte, o vereador Esmerahdson de Pinho anunciou que nesta semana apresentará um projeto que trata da implantação da Política Municipal de Mobilidade Urbana.
A governadora Roseana Sarney sancionou o projeto de lei 9.909, que obriga as operadoras de planos privados de assistência à saúde no Maranhão - incluindo as entidades ou empresas que optaram pela modalidade de autogestão ou de administração - a informar por escrito aos usuários, com antecedência mínima de 30 dias, o descredenciamento de suas redes de unidades conveniadas. O projeto é de autoria do deputado estadual Jota Pinto (PEN), que aproveitou a sessão plenária de ontem para registrar a sanção do mesmo.
Sente-se uma alegria imensa dos moradores do Parque Alvorada I e II e da Vilinha com a aprovação do empréstimo de R$ 50 milhões que será feito pela prefeitura para a realização de obras naqueles bairros. O empréstimo gerou polêmica, mas foi aprovado pela Câmara. Os votos contrários foram somente os dos quatros vereadores da oposição. Eles expuseram as suas justificativas, mas os moradores desses bairros que vão receber as obras não aceitaram, porque o importante para eles serão os benefícios que esperam há décadas. Agora chegou a hora. Por isso, dificilmente perdoarão quem ficou contra, mesmo ...
O prefeito Francisco de Sousa Lopes, conhecido como Dino, recorreu da decisão do juiz de Itaguatins, que o afastou do comando da prefeitura de São Miguel do Tocantins. Ele espera uma decisão do Tribunal de Justiça. Enquanto isso, o município está sob o comando do vice-prefeito Valdecy Pereira dos Santos, o Valdo. Na quinta-feira, 5, os vereadores aprovaram a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar indícios de fraudes em licitações da Prefeitura. Três vereadores foram contra a CPI e cinco a favor. O prefeito Dino demonstra falta de traquejo político, não conseguindo maioria ...
Já está funcionando em Marabá-PA o curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará. As aulas começaram há um mês. Enquanto isso, em Imperatriz aguarda-se o curso na UFMA, Ceuma e Facimp. Que não demore, porque já começou a passar da hora. Mas como diz o ditado popular, “antes tarde do que nunca”. Aguarda-se, pois.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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