O veranico acontecido em Imperatriz é também uma lição. Se quiserem praias na cidade, chegou a hora de profissionalizar começando pela estruturação. Com amadorismo de achar que dá, não vai se chegar a lugar nenhum. O sistema nacional que opera o setor tem compromissos com o fornecimento de energia do país e vai além da (boa) vontade. Um exemplo pode ser colhido em Palmas, que sempre teve suas praias e, com a construção da Usina do Lajeado, deixou de ter. Qual foi a solução? A construção de uma praia artificial. Perene, limpa e bonita. Com recursos do Estado e participação da iniciativa privada. No caso, o Consórcio que explora a Usina. - Taí a dica.
Edição Nº 14800
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