Engana-se quem pensa que o empresário Ribinha Cunha desistiu do projeto de ser candidato a prefeito no ano que vem. Mais do que nunca, Ribinha vem mantendo contatos e uma penca de partidos já lhe ofereceu legenda para que seja candidato. No início da semana, o empresário esteve reunido com alguns destes partidos e traçando metas.
Ele sabe que para evitar problemas de última hora, como falta de legenda, terá que sair do PMDB e buscar garantias em outro partido. Por isso, tem mantido reuniões com lideranças dos partidos e com a família para encontrar o melhor caminho a seguir. Terá até o dia 7 de outubro para decidir por qual partido será candidato a prefeito. Mas que será isso, não há a menor dúvida.
Já o empresário Franciscano será mesmo candidato a prefeito em Brejão, conforme revelações feitas por pessoas ligadas ao seu grupo. No próximo dia 17, durante a convenção do seu partido, o PMDB, ele deverá anunciar oficialmente sua posição.
Os presidentes dos quatro partidos em formação assinaram um protocolo de intenção no último dia 04, em Brasília, prevendo a fusão dos partidos. O próximo passo é a discussão em cada uma das legendas.
Com a incorporação do PMP, PEP e o PTS ao PEN, o PEN será o futuro partido com maior atuação nos 27 Estados da Federação e atende a solicitação do TSE em ter 490.000 assinaturas para obtenção do registro definitivo e os nove estados homologados nos TREs.
A Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de padronizar o expediente de oito horas para o atendimento ao público nas varas e tribunais do Poder Judiciário. A medida da CNJ foi emitida, em março deste ano, após pedido de providências apresentado pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Mato Grosso do Sul. A deliberação, que modifica a Resolução nº 88, de 8 de setembro de 2009, determina que o expediente para atendimento ao público deve ser de segunda a sexta-feira, no mínimo, ...
A presidente Dilma Rousseff quer distância da proposta aprovada no fim de semana pelo PT que trata sobre a regulamentação da mídia. De acordo com informações dos bastidores do Palácio do Planalto, a presidente, além de repudiar por princípio, teme que as propostas que emergiram do 4º Congresso Extraordinário do PT, realizado em Brasília, minem o apoio conquistado na classe média. “É importante separar a posição do partido da posição do governo”, resumiu ontem o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
A posição de Dilma sobre os meios de comunicação é a mesma que ela sempre manifestou, seja durante a campanha, seja depois de eleita, disse um de seus auxiliares. Nas suas várias declarações sobre o tema, a presidente disse que o único controle de mídia que ela leva em consideração é o controle remoto, para mudar de programa na TV. “Não conheço outro tipo”, repete sempre que alguém fala do assunto.