Aumentou, no Brasil, o número de micro e pequenas empresas que sobrevivem aos primeiros dois anos de atividade no mercado. De acordo com o levantamento divulgado, nessa quinta-feira, pelo Sebrae, setenta e três por cento das empresas sobreviveram aos primeiros dois anos de atividade. Na pesquisa do ano passado, o índice foi de setenta e um vírgula nove por cento, o que representa um aumento de um vírgula dois por cento.
O levantamento mostra que, atualmente, o Brasil tem um índice de sobrevivência de empresas melhor do que o de países como a Holanda, com quarenta e nove vírgula sete por cento; Itália, com sessenta e sete vírgula nove por cento, e Espanha, onde sessenta e nove vírgula três por cento das micro e pequenas empresas conseguem resistir aos dois primeiros anos de atividade.
O Brasil fica atrás apenas do Canadá, que tem índice de setenta e três vírgula oito por cento, e da Estônia, que aparece com setenta e quatro vírgula nove por cento. A pesquisa do Sebrae tem como base a abertura e fechamento de micro e pequenas empresas registrados pela Receita Federal. No levantamento deste ano, o índice de sobrevivência no mercado levou em consideração as empresas que começaram a atuar em 2006.
Impressionante como alguns dos atuais prefeitos que não serão candidatos à reeleição estão tratando seus municípios. Em todos eles, a ausência do Executivo é completa. Na Buritirana, a informação da população é que o prefeito está morando hoje em São Luís e de vez em quando aparece na cidade.
A mesma situação é vivida em Senador La Rocque. Para se localizar o prefeito, precisa ir a São Luís ou à sua fazenda, que tem um acesso difícil, o que impede a viagem até onde ele está. Que coisa feia!
Não há desculpas para um prefeito não pagar os salários dos professores. Isso porque os recursos, que são originados do Fundeb, são depositados mês a mês na conta e este dinheiro é unicamente para as despesas com a educação, sendo sessenta por cento para salários e o restante para melhorias de infraestrutura.
A desaceleração da economia brasileira reflete diretamente na abertura de postos de trabalho. De acordo com dados divulgados pelo IPEA, o total de empregos formais gerados de janeiro a agosto deste ano foi 18,3% menor do que o total do mesmo período de 2010. Em 2011 foram registrados 190,4 mil novos empregos contra 299,4 mil do ano passado. Para a Fundação Seade, a taxa média de desemprego na Grande São Paulo é de 11%.
Em longa entrevista para o Jornal da Unicamp, o professor Ricardo Antunes faz o seguinte comentário sobre Lula: “Não é de assustar que seu cachê em palestras para transnacionais (aquelas mesmas que praticam a superexploração do trabalho) seja hoje três vezes mais caro que daquelas ofertadas por Fernando Henrique Cardoso, para triste surpresa deste e regozijo do outro.” Triste trajetória comum!