Desde quinta-feira, evangélicos de várias denominações estão participando do Congresso de Missões promovido pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Imperatriz. Pregadores e cantores de vários estados participam do encontro religioso. O Templo Central da Igreja, que comporta em torno de 10 mil pessoas, está ficando praticamente lotado. A IEAD tem seus tentáculos em vários estados, além do exterior, com missionários levando a religião e a Palavra de Deus.
A propósito, a coluna já comentou anteriormente, mas cabe novamente enfatizar que, ao contrário de Açailândia e Governador Edison Lobão, o pastor Raul Cavalcante não participa diretamente das eleições, abre espaços para os candidatos e os apresenta à igreja. Na abertura do congresso, apresentou Adalberto Franklin e seu vice, irmão Jorge Antônio, que estavam presentes.
E já planeja para os próximos dias a realização de um encontro com todos os candidatos a prefeito e a vereadores de Imperatriz. Neste encontro, em culto aberto, todos poderão apresentar seus projetos aos evangélicos da Assembleia. Uma atitude correta e bem ao modo do pastor.
Apesar das pressões sobre os candidatos a vereador pelo PMDB a fim de que eles desistam, isso dificilmente acontecerá. Com o elenco de 22 candidatos, o partido tem chances de não apenas reeleger Fátima Avelino, como também levar mais um pelo coeficiente eleitoral. É que 10 dos 22 possuem cacife suficiente para somarem individualmente mil votos, o que já garantirá duas vagas, e na sobra pode levar mais um. Neste contexto, apesar de ser uma eleição, pode-se perceber claramente que a vereadora Fátima Avelino, única mulher na Câmara, deverá continuar com assento na edilidade e merecidamente.
Fátima, desde que foi eleita pela primeira vez vereadora, cultiva um bom relacionamento com as entidades comunitárias e mantém creches em perfeito funcionamento, o que acaba beneficiando famílias carentes, especialmente as mães. O lado social também é um dos pontos fortes do trabalho desenvolvido pela vereadora, o que torna mais próxima a continuação dela no parlamento municipal.
Com 159 mil eleitores, os partidos ou coligações terão que somar como voto legenda mais de sete mil votos, mais precisamente 7.500 votos para eleger um vereador. É um número elevado e que vai colocar muitos candidatos com as barbas de molho. Se considerarmos que a média dos candidatos do PMDB será 800 votos, excluindo a vereadora, que terá entre dois a três mil votos. Mesmo sem coligar com nenhum partido na proporcional, ainda terá chances reais de ocupar duas vagas. E sem falar no enorme tempo no rádio e na televisão.
Não se pode ficar apenas criticando, o jornalismo tem que ser feito mostrando os dois lados. Temos que saber reconhecer quando os executivos estão trabalhando. Não importa de qual lado estejamos. O prefeito Madeira tem, sim, marcado sua administração com pontos positivos, embora ainda mantenha a forma de administrar, ou seja, sem esconder, ou possui ainda o carisma político como prefeito, pois como deputado ele o tem.
É de César. Nunca a cidade de Imperatriz esteve tão iluminada como está atualmente. E mais: pensou na escura BR-010 que cruza a cidade. Isso é um fato e que merece o registro. Irão dizer que é sua obrigação, no que concordo. Mas e os outros? O dinheiro arrecadado é o mesmo e por que as ruas ficavam sempre às escuras? Há explicações. Claro que há e não interessa saber quais, interessa é que hoje temos uma cidade que justifica o termo Capital da Energia.