Como cristãos e eleitores, enumeram algumas questões que são necessárias para reflexão: 1 – Fé não se vende e não se negocia A realidade é que estamos numa época (assim como em outros momentos) em que existem pactos espúrios com partidos ou candidatos para conseguir benefícios para igrejas ou denominações, como, por exemplo, a doação de terrenos para templos, obter concessões de rádios e TVs ou mesmo ter tratamento diferenciado perante a lei. Esses são apenas alguns tipos de barganha, “acertos”, acordos e composições de interesse que infelizmente costumam acontecer “por trás dos púlpitos” ...
Deus não precisa de precisa de apadrinhamento político para cumprir seus propósitos na História e é Ele quem defende sua Igreja. A Igreja, antes de desejar os tronos desse mundo, só reina pelo Serviço, na busca da Justiça e pela propagação do Amor que encontramos nos braços afetuosos do nosso Pai Eterno. 2 – Deus não tem partido nem ideologia Uma das verdades mais radicais sobre Deus é que Ele não é refém de uma ideologia ou partido, e a causa do Reino de Deus não pode ser instrumentalizada em favor de quem quer que ...
Muito tem se falado sobre a questão do crescimento com desenvolvimento, até economista foi usado em campanha eleitoral. A explicação não convenceu, em função de que Imperatriz apresenta os dois módulos considerados eixo para uma análise mais profunda sobre estes dois importantes temas. A coluna fará um resumo sobre estes dois momentos, isso mesmo, são dois momentos distintos que precisam ser avaliados com segurança. Não há o que divergir sobre os dois pontos, o que precisa ser feito é colocá-los em seu devido período ou época.
Imperatriz atravessou vários momentos de crescimento, sendo que os maiores foram com a conclusão da Belém-Brasília, quando ocorreu o fenômeno conhecido por “vem e fica”, ou seja, operários contratados para determinada obra vindos de outras regiões acabam ficando na cidade criando famílias. Muitos dos trabalhadores decidiram fincar raízes em Imperatriz e, com isso, ela sofreu um boom populacional. Sem controle e desordenado.
A partir da vinda destes trabalhadores, criou-se a indústria das invasões e atraídos pela moradia fácil, estes trabalhadores foram chamando seus parentes e por mais de 20 anos a cidade foi expandindo-se em todos os sentidos e formas. Aí vieram as fases passageiras deste crescimento, como o arroz, ouro e, por último, madeira.
Assim como chegaram, estas fases foram embora e restou à cidade preencher o espaço da prestação de serviços com o comércio atendendo toda a região graças à audácia dos seus comerciantes, que investiram e conseguiram chegar a outra fase, que foi a do setor atacadista, este ainda permanece, embora sem a melhor performance dos anos 90.
Hoje, a cidade experimenta um modelo de desenvolvimento. Não cresce mais no ritmo dos anos 70, 80 e 90, mas passou a crescer de forma organizada e lenta, o que permite uma ação maior do poder público. Mesmo assim, manteve-se na vanguarda da economia regional.
Chegou o desenvolvimento em todos os sentidos, principalmente na sua economia, que - graças aos investimentos privados - começa a respirar ares da produção comercial. Prédios estão sendo erguidos, ruas pavimentadas, grandes feiras, shows e a chegada da sua primeira grande indústria: a Suzano.