O uso do cerol (mistura cortante feita com cola, vidro e às vezes materiais condutores de energia) é um dos principais causadores dos desligamentos, pois geralmente causa o rompimento dos cabos de energia quando entra em contato com a rede elétrica. Além disso, muitos curto-circuitos são provocados pela tentativa de retirada de papagaios presos aos cabos.
O prefeito Cícero Neco, “Cicin”, acompanhado pela secretária de Educação, Josiléia Chaves, coordenadores da educação e vereador Diney Brito Noleto, tem visitado frequentemente as escolas na zona rural. O objetivo principal dessas visitas é melhorar a qualidade do ensino aplicado aos nossos alunos, para que eles tenham condições de, ao final dos seus estudos na zona rural, estudar em qualquer escola do Brasil e tenham um bom desempenho, que estejam qualificados para qualquer curso.
São discutidos também outros assuntos, como qualidade e quantidade da merenda, qualidade e tempo do transporte escolar, relacionamento dos profissionais da educação, uns com os outros e com os alunos. Enfim, o prefeito investigou tudo que seria necessário para melhorar o funcionamento geral nas escolas.
Publicado na manhã dessa terça-feira, 9 de julho, Decreto Municipal que dispõe sobre recesso no âmbito administrativo municipal no período de 10 a 22 de julho em Porto Franco. Nesse período será mantido o funcionamento dos serviços essenciais e emergenciais como Pronto Atendimento no Hospital Aderson Marinho, SAMU e Departamento de Limpeza Urbana.
Uma correção: o prefeito Madeira não precisará ser notificado. Com a publicação da decisão da juíza Ana Lucrécia no Diário da Justiça, já está correndo o prazo de trinta dias para que ele recorra da decisão. E como ele mesmo informou à coluna, no sábado, já nestes dois dias úteis da semana (ontem e hoje) deverá acionar seus advogados a darem entrada no recurso junto à instância superior da Justiça. Mas também pode recorrer ao juiz titular da Vara Pública para que ele reconsidere a decisão da juíza substituta. Madeira continuará trabalhando normalmente, pois é garantido a ...
Alguns podem até não gostar ou criticar, afinal cada um tem seu ponto de vista. No entanto, apesar da sujeira, maus tratos aos animais e jovens embriagados, a maioria aprova e apoia a realização da Cavalgada de Imperatriz. É claro que, pelo tamanho, geralmente ocorre contratempo. No entanto, como um evento de grande porte e que atrai atenção não só da região, mas do país inteiro, ele deve, sim, continuar e entendo que precisa ser mais organizado.
O presidente do Sindicato Rural, Sabino Costa, sabe que é preciso melhorar e a profissionalização é o caminho natural. Esta atitude deverá certamente contribuir para que ela continue grande e com menos problemas. É preciso colocar pessoas (orientadores) em todo o trajeto a fim de evitar espaços entre as comitivas, instalar pontos de água para os animais e junto à prefeitura uma mobilização maior para a retirada do lixo deixado pelo caminho.
Quanto à interdição do trânsito na BR e sua marginal direita por algumas horas, não é motivo para que seja extinto o evento. Ao contrário, é preciso que a própria Polícia Rodoviária Federal promova, como fez no sábado, um trabalho dinâmico. Só não pode é abrir o trânsito, como fez nas rotatórias antes da passagem da cavalgada. Quando liberou em frente ao Hotel Anápolis, houve mistura perigosa entre veículos, cavalos e pessoas. Deviam ter esperado mais um pouco.