Quem transita pelo viaduto e BR 0-10 pela manhã e final da tarde, mais notadamente, já vive o transtorno. Apesar de algumas iniciativas da administração municipal em buscar soluções, abrindo novas vias de acesso, é preciso que estas sejam maiores do que as que foram efetivadas e que sejam “pra ontem”. Imagina quando o Shopping Imperial estiver funcionando. Não é só, mesmo com a Suzano Papel e Celulose construindo ramal rodoviário para evitar que carretas passem por dentro da cidade, elas virão de outras cidades e passarão na área de influência, da ponte do Cacau até o ...
Se é ou não um privilégio de Imperatriz, não importa. É uma vergonha! É fila dupla, é estacionamento irregular, é taxi clandestino parando em qualquer lugar para pegar passageiros. E de quem é a culpa? É antes de tudo do cidadão que não reclama. Mas reclamar para quem? Se faltam agentes para organizar o trânsito, certamente vai faltar para ouvir as reclamações.
Hoje em Imperatriz são 13 os vereadores. Depois das eleições do ano que vem, serão 21. A pergunta é: quantos dos atuais, passarão à nova legislatura. Não que o eleitor seja vingativo, mas eleições, servem sim, para um ajuste de contas. Lembrem-se, disso.
A Assembleia Legislativa através de audiência pública a ser realizada em 10 de agosto, vai debater a questão fundiária. Restrita aos problemas da Ilha, o tema merece ser ampliado Maranhão adentro.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse ontem que o Maranhão é prioridade no Brasil sem Miséria. Ambicioso em sua proposta de parceria com estados e municípios do Nordeste e bem intencionado, já que segundo o ministro “a principal estratégia desse programa, é que o Estado brasileiro não tem que ficar esperando os pobres baterem à sua porta”. Enquanto esperamos os benefícios, já registramos duas coisas que precisamos: ser prioridade e não ter miséria.
Depois de ter sofrido no inverno, a população de Imperatriz quer se divertir nas águas e ao sol. Isso explica as verdadeiras multidões que acorrem nos finais de semana ao Tocantins.
Nesses tempos de trote magro, não deixa de dar uma certa nostalgia a convocação de Ralf, ex-jogador do Cavalo de Aço, para a Seleção Brasileira que enfrentará a Alemanha, dia 10, em Sttutgart. Bons tempos, aqueles, que torcemos para voltar.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
editoria@oprogressonet.com