A área foi limpa para Ildon Marques, no PMDB. Franciscano será candidato em Brejão e Ribinha Cunha está mudando de partido, podendo se filiar ao PR do deputado Davi Alves Silva Junior. Sábado, Cunha jantou com Ildon, acompanhado do irmão-deputado Léo Cunha. Agora só falta definir a data da filiação de Ildon. Depois começam as articulações para a escolha do vice, que pode sair do DEM, PSD, PR (Ribinha) ou PSC (Moab Cesar).
Com a volta de Pedro Novais à Câmara, quem sai é o suplente Costa Ferreira, e não Francisco Escórcio, como alguns pensam. Escórcio só sai se o deputado Pedro Fernandes deixar a Secretaria de Estado das Cidades.
O deputado Marcelo Tavares (PSB) creditou a uma “falta de política educacional séria” o resultado obtido pelo Maranhão no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). É verdade. Só que o deputado se esqueceu que o seu tio, Zé Reinaldo Tavares, foi vice-governador, governador quatro anos e 9 meses e o seu aliado Jackson Lago governador dois anos e quatro meses. Portanto, passaram 7 anos comandando o estado. Melhoraram a educação?
Deputados integrantes da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional se reuniram na tarde de ontem com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e com a secretária nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte. Discutiram denúncias de envolvimento de indígenas com o tráfico de drogas na Amazônia.
Ontem pela manhã o ex-prefeito Ildon Marques informou à coluna que não existe data definida para a sua filiação ao PMDB. Ele esclareceu que terá uma reunião com o senador João Alberto para definir a sua volta ao PMDB. Acertado tudo, será escolhida a data para a filiação. Surgiram comentários de que Ildon se filiaria no próximo dia 23 ou 3 de outubro. É aguardar.
Marcelo Tavares pegou no pé de Valéria porque ela retirou o pedido de urgência do Projeto de Lei, de sua autoria, que institui o piso salarial dos profissionais de enfermagem do Maranhão.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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