O ex-prefeito Ildon Marques de Souza conversou com o presidente municipal do PMDB, Antonio Leite, sobre a sua filiação ao partido para disputar as eleições de 2012. Ildon disse à coluna que, apesar da aquiescência do ministro Edison Lobão e dos senadores José Sarney e João Alberto, ele se sentiu na obrigação de procurar Antonio Leite para lhe comunicar da sua decisão de voltar ao PMDB. O pré-candidato demonstra com isso que não quer que a sua filiação venha de “cima para baixo”, mas também decidida pelo comando municipal. “Não quero atropelar ninguém”, afirmou Ildon.
A cassação do mandato do deputado estadual Hemetério Weba Filho poderá levar Açailândia a ter um representante na Assembleia. É o Dr. Sérgio Vieira (PTB), sétimo suplente da coligação liderada pela governadora Roseana Sarney. Três suplentes já estão exercendo o mandato: Tatá Milhomem (DEM), Magno Bacelar (PV) e Fábio Braga (PMDB). Outros três suplentes são secretários de Estado (Chico Gomes - Secretaria de Desenvolvimento Social), Jura Filho (Secretaria de Turismo) e Alberto Franco (Secretaria de Juventude). Se nenhum quiser deixar o cargo para ocupar a cadeira na AL, assume Dr. Sérgio.
O ex-ministro do Turismo Pedro Novais (PMDB-MA) reassumiu ontem o mandato de deputado federal. Ele deixou o cargo na quarta-feira. Como Gastão Vieira se afastou para assumir o Ministério, o suplente Costa Ferreira continua na Câmara.
Cerca de cinco mil pessoas compareceram ao comício realizado anteontem em Marabá, abrindo oficialmente a campanha plebiscitária pela divisão do Pará. A Frente pró-divisão esperava 60 mil pessoas.
Um vereador de Sobral-CE, Rodolfo Bazílio (PSB), apresentou projeto de lei para criar na cidade um prédio do mesmo modelo do World Trade Center. O prédio abrigaria a sede da Prefeitura e as secretarias do município. - Que a Al Qaeda não fique sabendo, porque o Brasil correria o risco de ter um 11 de Setembro.
O deputado Costa Ferreira (PSC) defendeu projeto que visa permitir a movimentação da Conta Vinculada do FGTS quando o trabalhador permanecer no emprego por mais de cinco anos ininterruptos. Costa Ferreira narrou que o dispositivo constitui mecanismo de ajuda aos trabalhadores que deixaram o emprego e necessitam dos recursos da conta vinculada para garantir sua sobrevivência até ingressar em um novo emprego.
A Câmara vai criar uma subcomissão para fiscalizar se estados e municípios estão cumprindo a lei que fixa o piso salarial dos professores. Um grupo de deputados vai percorrer o país para saber como está a implantação do piso e dos planos de cargos e salários do magistério. Eles vão integrar uma subcomissão, aprovada nessa quarta-feira pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara, como explica a presidente do colegiado, deputada Fátima Bezerra, do PT do Rio Grande do Norte.
O Maranhão não perdeu um ministro. Houve apenas uma troca. Saiu Pedro Novais e entrou Gastão Vieira. Isso graças a outro maranhense que, depois de Dilma Rousseff, é quem manda. O poderoso José Sarney emplacou Gastão Vieira quando todos achavam que as denúncias contra Novais haviam tirado a força do senador para indicar o substituto. Sarney é forte. Queiram ou não. Os influentes políticos de outros estados doidos para indicar ministros e o Maranhão com dois Ministérios – Turismo e Minas e Energia. Depois da Era Sarney, será que o Maranhão ainda terá influência na política nacional?
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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