Os comentários que estão sendo feitos sobre o que estaria acontecendo na Avenida na Beira-Rio são preocupantes. Há relatos de que as farras varam a madrugada, com o som perturbando os moradores da área. Ao amanhecer, quando muitas pessoas já estão fazendo caminhada, ainda há jovens farreando. Estariam também acontecendo casos de violência. Tá na hora das autoridades tomarem providências. Aliás, não se entende porque tiraram o box da PM da Beira-Rio.
A pré-candidatura da psicóloga Iracilda Viana é irreversível, em João Lisboa. Ela era filiada ao PT, mas como a cúpula do partido está decidida a apoiar o pré-candidato tucano - isso mesmo - Jairo Madeira, Iracilda não quis arriscar e dentro do prazo mudou-se para o PMN. A direção estadual do PT não concorda com a executiva municipal do PT e o vice-governador Washington Luiz Oliveira vai apoiar Iracilda. Aliás, não se espante se houver intervenção no diretório de João Lisboa por apoiar o PSDB...
Falar nome de político em estádio é uma fria. Dificilmente a torcida não se manifesta. Prova disso é a tão comentada vaia que políticos teriam levado no Frei Epifânio, sábado.
O deputado federal Lourival Mendes (PTdoB) prometeu apresentar emenda destinando 2 milhões de reais para a construção do Mercado do Peixe. A revelação foi feita na tarde de ontem pelo presidente da Colônia de Pescadores Z-29, Salomão Santana, baseado em informação que recebeu do prefeito Madeira. Santana está rindo para as paredes. Mas ainda não é hora de comemorar. Outros “filmes” já foram vistos...
A Comissão Especial da Reforma Política marcou para esta terça-feira a votação do parecer do deputado Henrique Fontana (PT-RS). A votação foi adiada várias vezes para que os deputados pudessem analisar alterações feitas pelo relator. Segundo a última versão apresentada pelo relator, a distribuição das vagas por partidos - um dos pontos polêmicos da reforma - será determinada por meio do sistema das maiores médias, a chamada Fórmula D’Hondt (adotada em países como Bélgica, Áustria, Dinamarca e Noruega). Por essa alternativa, o partido que recebe a maior quantidade de votos garante a primeira cadeira na Câmara e ...
Se existiu ou não a colocação de explosivos no Palácio dos Leões para serem usados no episódio da cassação do ex-governador Jackson Lago, hoje pouco interessa. Já se passaram dois anos. A preocupação do deputado Carlinhos Amorim em apurar a denúncia de Manoel Ribeiro não tem sentido. O que vai acontecer apurando isso? Há muitos e muitos problemas para os nobres deputados, especialmente os nossos representantes da região tocantina, se preocuparem. Esse caso de explosivos, usado a essa altura do campeonato, não passaria de briguinha política, a armação de um palanque para aparecerem...
Numa rodada, cada um dava o seu palpite sobre quem poderia ser vice de quem, nas eleições de 2012. Palpite de um: Jean Carlo (PDT), vice de Madeira; Terezinha Fernandes (PT), de Edmilson Sanches; Rosângela Curado (Democratas), de Ildon Marques. Outro acha que Hamilton Miranda (PSD) pode ser vice de Madeira e Expedito Barroso (PT), de Sanches.
Se o PPS sair mesmo com candidatura própria, com quem iria se coligar e quem seria o vice do Pastor Luiz Carlos Porto? O partido, mesmo com as afirmações de que lançará candidato, deve mesmo manter a aliança com o PSDB do prefeito Madeira. E nem vice vai indicar.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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