O deputado Raimundo Cutrim, que se diz da situação, subiu à tribuna da Assembleia, ontem, para desmentir notícias dando conta de que estaria se articulando com os militares grevistas e tramando a queda do secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes. “Sempre fui contrário a qualquer tipo de greve. O que tenho a dizer não digo às escondidas, não falo por trás de ninguém, nem quero cargo; o cargo é da governadora”.
Raimundo Cutrim reafirmou suas críticas ao secretário de Segurança Pública. “O secretário que está aí não tem condições de comandar o Sistema de Segurança Pública porque não tem comando, não tem credibilidade e não tem gestão”. Para Cutrim, suas críticas são no sentido de ajudar o governo e não de desestabilizar ninguém.
Foi transferida para hoje, às 14h30, a reunião da Comissão Especial da Reforma Política, que discutiria e votaria o relatório final do deputado Henrique Fontana (PT-RS). Marcada para ontem, a reunião foi suspensa porque foi iniciada a Ordem do Dia no Plenário para discutir a proposta de Desvinculação de Receitas da União (DRU).
Talvez na história do STEEI nenhuma eleição da diretoria despertou tanto interesse como a que acontecerá no próximo dia 1º de dezembro. Promete ser uma briga de foice, pois quatro chapas já estão inscritas e pode surgir mais, porque o prazo ainda não acabou. Os candidatos são a atual presidente, Eurami Reis; Professor Willas, apoiado pelo dirigente local do Sinproesemma, Raimundo Nonato; Professor Francisco e Professor Jeová Pereira.
O prefeito Ildemar Gonçalves e o secretário de Infraestrutura, Lucimar José de Souza, respondem a uma Ação Civil Pública ajuizada este mês pela 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Açailândia. O motivo foi o afastamento de servidores concursados, ocupantes dos cargos de operadores de máquinas pesadas, do seu setor de origem (Secretaria de Infraestrutura), configurando desvio de função. De acordo com o promotor de Justiça Francisco Teomário Serejo Silva, autor da ação, outra irregularidade constatada foi a contratação pela prefeitura de uma empresa terceirizada para desempenhar a mesma função dos servidores concursados transferidos de setor, ocasionando ...
O Ministério Público pede a anulação dos atos de transferência dos servidores para outra secretaria municipal ou para outro órgão público. Solicita também a anulação do contrato que tenha por finalidade a execução por terceiros da atividade de operador de máquinas pesadas. A Promotoria requer, ainda, a suspensão dos direitos políticos de Ildemar Gonçalves e de Lucimar José de Souza pelo prazo de cinco anos, o pagamento de multa civil no valor de 100% da remuneração recebida pelos gestores, a proibição de contratar com o Poder Público, entre outras penalidades.
Por 4 votos a 2, o TRE rejeitou ontem a ação do Ministério Público que pedia a cassação do deputado federal Hélio Santos (PSD), de Açailândia, por abuso de poder econômico em decorrência do uso indevido de meios de comunicação.
Promete essa queda-de-braço entre Governo e Polícia. Ontem chegaram em Imperatriz integrantes da Força Nacional, o que demonstra que o governo não vai ceder fácil à pressão dos militares, que podem voltar a fazer paralisação a partir de quinta-feira, reivindicando aumento salarial e outros benefícios. Ontem à noite surgiu a informação de que hoje os delegados também podem parar novamente. Já prevendo essas paralisações, as autoridades estaduais de segurança se reuniram com representantes do Exército (24º BC), da Aeronáutica, da Força Nacional, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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