O jornalista Leandro Mazzini, que assina a Coluna Esplanada, revela: “As movimentações de paralisação dos policiais e bombeiros que aconteceram em alguns estados não sensibilizaram o Congresso Nacional para a causa da categoria – a aprovação em segundo turno da PEC 300, que cria piso nacional. Pelo contrário, ajudaram a afundar o projeto na Câmara. Governadores usaram como argumento a insubordinação das categorias no Rio e Bahia, especialmente, e ligaram para líderes dos partidos. Os excessos cometidos e o pretexto de que os orçamentos estaduais não suportam mudanças imediatas ganharam força”.
Só não vê quem não quer: o carnaval em Imperatriz foi um sucesso. Muitos foliões na Praça da Cultura e na Beira-Rio. É verdade que ainda não é o carnaval que se deseja, mas os foliões gostaram da festa. Não se arrependeu quem decidiu brincar aqui...
Pretenso candidato a governador em 2014, o ex-juiz Flávio Dino mexeu a pedra errada do jogo eleitoral em Imperatriz, ao tirar Edmilson Sanches do PSDB para ser candidato a prefeito pelo PCdoB, colocando-o no caminho de Sebastião Madeira. Com isso, enterrou qualquer possibilidade de Madeira apoiar a sua candidatura ao governo do Estado. Dino deve ter agido assim estimulado por camaradas de Imperatriz, sem se lembrar do pleito de 2014. Agora o leite está derramado...
O deputado Carlinhos Amorim continua desconversando sobre a posição do PDT em Imperatriz, em relação às eleições deste ano. Não confirma que será candidato e nem que fechou acordo com o prefeito Sebastião Madeira.
Na verdade, as coisas só serão definidas quando chegar junho, mês das convenções. Até lá só conversas e especulações. Agora não se pode apontar o vice de nenhum dos pré-candidatos, porque as alianças serão fechadas na última hora. A política é muito “dinâmica” e exige prudência. Em relação a Madeira, há várias “vertentes” quanto ao vice. Poderia ser do PDT, PMDB, PPS, PP ou PTB.
O advogado Lula Almeida, ex-secretário de Administração do Governo Madeira, admite ser candidato a vereador pelo PSDB. Ele já disputou uma eleição de vereador. Foi em 1988, quando começou a carreira política, pelo PCdoB. Em 2006 Lula foi candidato a deputado estadual.
E...
Há apressadinhos cantando vitória antes da hora. Eleição é como jogo, só termina quando o juiz apita. E a eleição de 2012 ainda nem começou...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
editoria@oprogressonet.com