Pergunta feita ontem por um eleitor: se Ildon não for candidato, a eleição ficará polarizada entre Madeira e quem? No momento não dá para prever, até porque o cenário político costuma mudar. Os outros pré-candidatos são Edmilson Sanches (PCdoB), Pastor Porto (PPS), Adalberto Franklin (PT), Rosângela Curado (Democratas), Justino Filho (PTC), Neudson Claudino e Kleber Miranda, ambos do PSB, e Coronel Melo (PSOL).
Amanhã os partidos de oposição em Montes Altos voltam a se reunir para discutir aliança e a escolha do nome que vai concorrer à prefeitura. São 14 partidos. Segundo um pré-candidato, nesta reunião poderá ser definido o nome, porque alguns partidos estão com pressa achando que já estão perdendo tempo.
O funcionamento dos partidos políticos é alvo de duas propostas aprovadas nesta semana pelo pleno do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e que serão encaminhadas em breve à Câmara. Um dos projetos dá mais autonomia aos partidos de menor abrangência territorial. A outra proposta é transferir para a Justiça Eleitoral o julgamento de litígios entre partidos e seus militantes.
Ontem o presidente da Embratur, Flávio Dino, prestou depoimento no inquérito sobre a morte do filho, Marcelo Dino da Fonseca de Castro e Costa, de 13 anos. A Polícia Civil do Distrito Federal abriu inquérito para apurar a morte a partir da ocorrência feita por um tio do garoto, que faleceu no dia 14 de fevereiro, após uma crise de asma.
“O PDT tem que continuar sendo esse instrumento em defesa do povo maranhense, em combate a dinastia Sarney. Precisamos tirar o nosso partido do isolamento político e voltar a dialogar com forças anti-sarneysistas no estado”. A afirmação é do vice-prefeito de Imperatriz, Jean Carlo, também presidente estadual do PDT. Até aí, tudo bem, porque o seu PDT é adversário dos Sarney. Mas caso haja uma aliança do prefeito Madeira com Roseana Sarney, o que não é impossível, como ficaria a situação de Jean Carlo? Iria ser mantido na chapa de Madeira nas eleições deste ano, mesmo sendo ...
Passado o carnaval e março se aproximando, o clima eleitoral vai começar a esquentar, com as articulações sendo intensificadas com vistas às alianças e candidaturas para as eleições de 7 de outubro. Mas as coisas só estarão claras mesmo quando chegarem as convenções, a partir de 10 de junho, em que serão oficializadas as candidaturas e coligações.
De um petista: “Se o Ildon não puder ser candidato, nós aceitamos o seu apoio à candidatura de Adalberto Franklin”. Mas os petistas não admitem, em qualquer hipótese, apoiar o pretenso candidato do PMDB.
O ex-deputado Julião Amin promete “recuperar a unidade interna” e o PDT voltará a ser um grande partido no Maranhão. Será que consegue, depois do que fez com o médico Igor Lago? O filho de Jackson levou uma rasteira e foi tirado do comando do partido. Está zangado...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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