A proposta do vereador Chagão do PSD para manter o número de vereadores em 13, ao invés de aumentar para 21, pegou bem junto à população, que reprova a decisão da Câmara em aumentar mais oito cadeiras. Chagão pode ganhar a simpatia de muita gente, faturando eleitoralmente.
Que Chagão prepare o lombo, porque vai receber pancada de muitos pré-candidatos a vereador, que veem as suas chances de eleição diminuir se o número de cadeiras não for mantido em 21. E o ataque já começou...
Não havia a necessidade do deputado federal Carlos Brandão, presidente estadual do PSDB, fazer consulta ao TSE para saber se o Pastor Pastor é elegível ou não. Depois da cassação, em 2009, ele e Jackson Lago disputaram a eleição (2010), com as candidaturas sendo confirmadas dois dias antes da votação. Portanto, Porto pode ser candidato agora. E deve ser o vice de Madeira.
O PPS baixou resolução estabelecendo que os diretórios municipais não poderão fazer coligações com o PMDB, respeitando o cenário nacional. O arco de aliança prioritário do PPS tem o PDT, PCdoB, PSB, PP, PSD e PHS. E a “marcação” será cerrada em cima das municipais. Para isso, a Executiva Estadual do PPS nomeou uma coordenação eleitoral para fazer um levantamento da conjuntura eleitoral e acompanhar de perto a montagem das chapas.
O Senado analisa o projeto que permite aos políticos receberem a certidão de quitação eleitoral, mesmo quando tiverem as contas de campanhas antigas reprovadas. A proposta já foi aprovada na Câmara. Entretanto, alguns deputados consideram um erro autorizar a candidatura de quem teve as contas de campanha rejeitadas pela Justiça Eleitoral. O líder do PSol, deputado Chico Alencar (RJ), espera que os senadores derrubem o projeto.
O prefeito de Recife, João da Costa (PT), não está tendo o seu direito de disputar a reeleição respeitado pela cúpula do partido, que quer o senador Humberto Costa, sem a realização de novas prévias entre os filiados. Isso apesar do prefeito ter vencido as prévias realizadas no último dia 20. Por trás do golpe em João da Costa está o presidente do PSB, governador Eduardo Campos, que é desafeto do petista e pediu a Lula o veto à sua candidatura. Assim é o PT, que tanto prega democracia... quando é para o seu interesse.
O prefeito de Recife, João da Costa (PT), não está tendo o seu direito de disputar a reeleição respeitado pela cúpula do partido, que quer o senador Humberto Costa, sem a realização de novas prévias entre os filiados. Isso apesar do prefeito ter vencido as prévias realizadas no último dia 20. Por trás do golpe em João da Costa está o presidente do PSB, governador Eduardo Campos, que é desafeto do petista e pediu a Lula o veto à sua candidatura. Assim é o PT, que tanto prega democracia... quando é para o seu interesse.
Nem deixou esfriar a cadeira que desocupou, o ex-presidente do TJMA Raimundo Cutrim já entrou no jogo político, ao assumir cargo no governo castelo. E pode ser candidato nas eleições de 2014. Conforme as especulações, para o Senado. O desembargador se aposentou por ter completado 70 anos.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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