Ontem pela manhã surgiram rumores de que a Executiva nacional do PP havia decretado intervenção no diretório do PP de Imperatriz, presidido pelo secretário municipal de Esportes, Neto da Ampere. À coluna, ele negou. “Não passa de boatos. Não há motivo para intervenção e o presidente estadual do partido, Waldir Maranhão, já conversou com o prefeito e garantiu a aliança com o PSDB em Imperatriz. Portanto, não aconteceu nem há a possibilidade de intervenção no PP”, afirmou Neto da Ampere.
Comenta-se que hoje o ex-prefeito Ildon Marques (PMDB) iria conceder entrevista a um programa de tv para falar sobre a sua pré-candidatura. Ele esteve em Brasília e em São Luís e há inclusive comentário de que poderia ter como vice a pré-candidata do Democratas, Rosângela Curado. No caso de não sair candidato, Ildon teria prometido apoiá-la. Curado foi secretária de Saúde no Governo Ildon. Mas o presidente do Democratas, Nival Coelho, garante que Rosângela está firme, não vai recuar. Nival não acredita que Ildon será candidato.
Está prevista para hoje mais uma reunião dos partidos que discutem a formação de uma Frente de Oposição para disputar a prefeitura de Imperatriz. O PDT, que havia deixado de participar das reuniões, volta a marcar presença em função do rompimento com o PSDB. Além do PDT, estarão presentes o PCdoB, PPS, PSB e PT.
O problema é saber quem está disposto a abrir mão da disputa. Adalberto Franklin (PT) diz que a sua candidatura é prego batido, ponta virada. Sanches saiu do PSDB com a promessa do PCdoB de ser candidato. Carlinhos Amorim (PDT) vem agora sendo apontado como pré-candidato. Incentivo dos pedetistas lá de cima. O PPS pode mesmo ficar com o PSDB, inclusive Pastor Porto já vem sendo apontado como o vice de Madeira. Já o PSB de Kleber Miranda, que se mostra com vontade de disputar, poderia apoiar o PT.
A exemplo do que aconteceu em nível nacional e de Maranhão, nas eleições de 2010, PMDB e PT poderão fechar aliança em vários municípios do estado. Em São Luís é certo. Em Pinheiro foi fechado, o mesmo acontecendo em São Francisco do Brejão. Em outros municípios a coligação está sendo discutida. Em Imperatriz o PT não quer acordo. Aliás, quer, mas só se fosse para receber o apoio do PMDB. Apoiar, nunca!
O ex-prefeito Washington Plácido é só alegria. Além da presença garantida da sua esposa Telma nas eleições de Governador Edison Lobão, agora Plácido é absolvido na acusação de envolvimento no assassinato do pecuarista Valtinho da Transboi. A justiça decidiu pela sua impronúncia (sentença em que o juiz julga improcedente a denúncia, por falta de provas contra o indiciado).
A bancada do Maranhão no Congresso Nacional é representada por 18 deputados e três senadores. Mas atualmente oito suplentes estão exercendo o mandato temporário. Agora já tem suplente querendo se afastar para entrar outro suplente. É o senador Lobão Filho, que substitui o pai. O segundo suplente é Heber Waldo Silva Costa. Você conhece? É o Pastor Bel (PP).
O SINRURAL e o Banco do Brasil estão convidando os produtores rurais para uma palestra com a presença do superintendente regional, Antônio Carlos Servo, o gerente de Negócios, Tarcísio Foster Gerotto, e o gerente da Agência de Imperatriz, Jonas Pinto. Eles falarão das linhas de créditos e como acessá-las, objetivando atender às demandas dos produtores rurais locais. O evento será realizado hoje, 05 de junho, às 19h30, no Auditório do SINRURAL.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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