Mentira ou será verdade... Ontem davam como certa uma intervenção estadual no comando do PP em Imperatriz. O partido está com Madeira, mas a Executiva estadual teria fechado com o PR do deputado Davizinho. O PR apoiaria Tadeu Palácio em São Luís e o PP apoiaria Ribinha Cunha aqui na Vila do Frei.
Pode até ter acontecido, mas é difícil de acreditar que o Pasto Luiz Porto, pré-candidato a vice de Madeira, tenha dito que não aceita roseanistas no palanque que ele estiver. Isso não é bom para Madeira, que vem tendo ajuda da governadora Roseana Sarney para a realização de obras. Hoje os roseanistas não são mais vistos como “estranhos no ninho”. Só Porto, que está chegando agora no ninho, estaria vendo diferente...
Em Governador Edison Lobão, a pergunta é a mesma: Telma Plácido pode ou não ser candidata? Ela enfrenta problema de filiação. O seu esposo, ex-prefeito Washington Plácido, diz que está tudo resolvido, mas os adversários insistem que Telma não pode ser candidata. Até o dia 5, data final para registro de candidatura, se saberá a verdade.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), comunicou o Plenário, ontem, que vai tomar uma posição enérgica em defesa da Assembleia, para preservar a imagem dos deputados e do Parlamento. Ele informou que a Procuradoria da Casa está preparando um documento para solicitar formalmente à Secretaria de Segurança Pública do Estado que todas as investigações sobre o assassinato do jornalista Décio Sá efetivamente transcorram em sigilo, até a conclusão do inquérito. Arnaldo Melo fez este comunicado logo após o discurso proferido pelo deputado Raimundo Cutrim, que se defendeu da acusação de que teria envolvimento com ...
A convenção dos partidos de oposição em São Luís será realizada na sexta-feira, 29. Com o lançamento oficial da candidatura do deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC), PCdoB, PSB e PDT marcarão a abertura da campanha oposicionista na capital. O evento terá a participação do presidente da Embratur, Flávio Dino.
O PT vai de chapa pura para a disputa da prefeitura de Imperatriz. O partido não conseguiu atrair nenhuma sigla do arco de aliança que dá sustentação ao Governo Dilma. Conversou, conversou, mas PDT, PSB e PCdoB tomaram outro rumo. Resultado, vai só para a guerra. Ontem, o pré-candidato a prefeito Adalberto Franklin disse que não aceitaria o apoio do PMDB. Nesse ritmo, está difícil de recuperar o potencial que alcançou até chegar à prefeitura.
Ontem pela manhã surgiram rumores que a Executiva estadual teria decretado intervenção no diretório municipal do PSB para levar o partido a uma aliança com o PDT de Carlinhos Amorim. Na semana passada, 11 integrantes do Diretório assinaram um documento repudiando a atitude do PDT, que colocou o nome do PSB no convite para o lançamento da pré-candidatura de Carlinhos.
O Coronel Mello andou longe de ganhar a eleição de 2004, mas ganhou a “fama” de ter sido um dos responsáveis pela derrota do candidato Carlinhos Amorim, que foi apoiado por Sebastião Madeira. Os discursos duros de Mello na campanha teriam tirado votos de Amorim, e Ildon Marques acabou vencendo as eleições. O candidato do PSDB ficou em terceiro lugar, perdendo também para o então prefeito Jomar Fernandes. Mello está de volta ao cenário político como candidato e tem novamente pela frente Carlinhos Amorim. Mas o tom do discurso deverá ser outro...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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