O advogado Marco Aurélio Gonzaga é filiado ao PDT de Imperatriz, mas não deve seguir o pré-candidato do partido, Carlinhos Amorim. Ele é visto participando dos eventos da prefeitura com o prefeito Madeira, como a inauguração da rua Hermes da Fonseca, na terça-feira. Marco Aurélio é esposo da deputada estadual Valéria Macedo e chegou a ser especulado para compor a chapa encabeçada pelo pré-candidato tucano.
Sem outro caminho, o PRB vai integrar a coligação liderada pelo PSDB. O partido é presidido em Imperatriz por Gessé Simão, e no estado pelo deputado Cléber Verde, que integra o grupo da governadora Roseana Sarney. Se garantir o apoio do PSB, o prefeito Madeira passaria a contar com 10 partidos: PSDB-PSB-PSD-PP-PV-PPS-PTdoB-PTB-PSL-PRB.
O “Grupão”, formado por pré-candidatos a prefeito de Açailândia, já teria escolhido o nome para enfrentar o candidato do prefeito Ildemar Gonçalves, Élson Santos (PSDB). É a ex-prefeita Gleide Santos (PMDB). A definição aconteceu durante reunião na noite de anteontem (26), na residência do ex-deputado Irmão Carlos (PMN). O vice será escolhido na convenção do dia 30. Vale lembrar que Gleide Santos está na lista divulgada pelo TRE com os nomes dos gestores que tiveram contas desaprovadas.
Os promotores de Justiça eleitorais da região centro-sul do Maranhão reúnem-se hoje, 28, às 9h, no auditório do fórum da Comarca de Imperatriz, com o procurador regional eleitoral, Marcílio Nunes Medeiros. Na ocasião, serão abordados os seguintes temas: propaganda eleitoral e registro de candidatura. A ideia do encontro é estabelecer estratégias em conjunto para o trabalho durante as eleições. Na região centro-sul do estado, existem 20 zonas eleitorais.
O deputado Hélio Soares (PP), em pronunciamento feito na manhã de ontem da tribuna da Assembleia Legislativa, criticou a forma como vêm sendo conduzidas algumas convenções partidárias no Maranhão. Ele afirmou que tem se deparado com várias situações nas quais as convenções são feitas com a devida lista dos partidos, mas depois o nome da pessoa não aparece como filiado. “Os cidadãos têm que recorrer à Justiça para garantir as suas candidaturas. Isso é um desrespeito ao direito democrático. É uma verdadeira vergonha”, disse.
O PT, que vinha se mantendo unido, agora começa a apresentar cisão por conta da candidatura própria. Um grupo não engole a decisão do partido em sair sozinho para a disputa, com chapa pura. Prefere aliança com o PCdoB e PDT, mas o pré-candidato Adalberto Franklin não abre mão da cabeça de chapa, o que inviabiliza a coligação. Ele conta com o apoio da maioria. Além do mais, a candidatura própria foi definida no Encontro Municipal, dia 9 de maio, e não pode mais ser alterada a decisão, conforme reza o Estatuto do PT. Adalberto não acredita ...
Ontem, os meios políticos voltaram a ser agitados por conta do “vai-vem” da pré-candidatura do ex-prefeito Ildon Marques. Depois de quatro dias que havia jogado a toalha, Ildon reaparece com uma liminar que o credencia a disputar as eleições. Com isso, estaria decidido a ir para a convenção do PMDB, marcada para sábado. Ele já não tem mais no caminho o presidente da sigla, Antonio Leite, que desistiu da pré-candidatura. Assim, Ildon não correria o risco de ser derrotado na convenção.
A essas alturas do campeonato, já haviam ildistas comprometidos com a candidatura do prefeito Sebastião Madeira. Foi só Ildon anunciar que não seria mais candidato para alguns seguidores começarem a se agasalhar no ninho tucano. Agora, quem não está interessado em retornar à velha casa procura argumentos para se justificar. O problema é que quem depende de emprego no Governo do Estado será obrigado a acompanhar a governadora, que já deixou clara a sua preferência pelo prefeito Madeira.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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