Bastidores

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Para desespero da oposição, Roseana Sarney não está somente construindo os hospitais que prometeu, como está anunciando outros. Caso dos cinco hospitais anunciados sexta-feira, sendo quatro macrorregionais em Pinheiro, Santa Inês, Caxias e Imperatriz, e um geral, em Chapadinha. O lançamento dos editais de licitação para a realização das obras foi feito por Roseana Sarney e pelo secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad.
Os hospitais deverão ser executados em 18 meses e terão uma área construída de 5.526 metros quadrados, com 100 leitos e 10 UTIs. O Hospital Macrorregional de Imperatriz custará R$ 17.958.500,00.

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Devendo

O deputado federal Hélio Santos vem sendo alvo de críticas devido ao seu “sumiço” desde que se elegeu, especialmente em relação a Imperatriz. Ele teve uma votação expressiva na cidade, com apoio do prefeito Sebastião Madeira. Mas até agora não “levantou uma palha” em favor de Imperatriz. Até em sua base política-eleitoral, Açailândia, a sua atuação é questionada.

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Regressiva

Faltam 14 dias para as eleições municipais de 7 de outubro.

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Quociente eleitoral

Para os cargos proporcionais não são eleitos necessariamente os candidatos que obtêm a maioria dos votos. Para se elegerem, os candidatos dependem de dois cálculos: o quociente eleitoral e o quociente partidário. Para participar da distribuição dos lugares na Câmara de Vereadores, o partido ou coligação precisa alcançar o quociente eleitoral — resultado da divisão do número de votos válidos no pleito (todos os votos contabilizados excluídos brancos e nulos), pelo total de lugares a preencher em cada Parlamento.

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Quociente partidário

Feito o cálculo do quociente eleitoral, é realizado o cálculo do quociente partidário, que determinará a quantidade de candidatos que cada partido ou coligação terá no Parlamento. Para chegar ao quociente partidário, divide-se o número de votos que cada partido/coligação obteve pelo quociente eleitoral. Quanto mais votos as legendas conseguirem, maior será o número de cargos destinados a elas. Os cargos devem ser preenchidos pelos candidatos mais votados de partido ou coligação, até o número apontado pelo quociente partidário.
 

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Pesquisa

Ontem o assunto dominante nas rodadas políticas foi a pesquisa do Ibope, divulgada pela TV Mirante. Como não poderia deixar de ser, quem está na frente comemorou e quem apareceu atrás chiou. Madeira lidera com 47%. Evidentemente que é um percentual bom, suficiente para vencer as eleições no cenário atual, mas a expectativa dos seus correligionários era de que ele estaria muito acima desses 47%. A segunda colocada, Rosângela Curado, apareceu com 28%. Mas os seus aliados acreditam que ela tem mais. Já do lado de Carlinhos Amorim a chiadeira foi grande, devido aos magros 6% apontados ...

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Infidelidade

A infidelidade partidária em Imperatriz está correndo frouxa. É “cornagem” pra tudo quanto é lado, com candidatos a vereador traindo candidato a prefeito. Alguns têm até razão, porque os partidos costumam enfiar de goela abaixo alianças que são prejudiciais para as candidaturas proporcionais. Com isso, os candidatos procuram outros rumos.

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E...

O PDT está de olho em pelo menos três candidatos a vereador da sua sigla. Eles estão apoiando candidato a prefeito de outro partido e caso sejam eleitos, o PDT vai pedir a cassação por infidelidade partidária. Já tem inclusive imagens deles participando da caminhada de um adversário.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com