Na tarde de terça-feira, moradores de Governador Edison Lobão foram para as ruas protestar contra o prefeito Lourêncio Moraes, devido ao caos administrativo em que está mergulhado o município. A reação popular acontece num momento quente da eleição, mas não serve muito de munição para os candidatos porque Lourêncio não é adversário. Ele desistiu de concorrer à reeleição exatamente devido aos problemas que está enfrentando e seria alvo fácil dos concorrentes. A população exige a saída dele. Mas a essa altura do campeonato, seria melhor mesmo esperar chegar ao final, porque só faltam três meses para ele ...
Para quem acha que em Imperatriz é exagerado o número de candidatos a vereador: no município de Governador Edison Lobão são 118 candidatos, conforme mostra o DivulgaCand, do TSE. O número de eleitores é 12 mil. Proporcionalmente, em Edison Lobão o número de candidatos é cinco vezes maior em relação a Imperatriz.
Ontem pela manhã, o candidato do PDT, Carlinhos Amorim, realizou a caminhada da paz, com a presença do ex-deputado Flávio Dino, que é anunciado pelo locutor como “o futuro governador”. Só que a participação popular foi muito abaixo do esperado. A caminhada começou na Praça de Fátima.
Especula-se que caso não seja eleito prefeito, o deputado Carlinhos Amorim seria uma opção de Flávio Dino para compor a chapa majoritária encabeçada por ele, em 2004, para enfrentar o candidato da governadora Roseana Sarney – Edison Lobão ou Luís Fernando.
A oposição ainda sonha em tomar o Palácio dos Leões através do tapetão. O recurso do ex-governador José Reinaldo Tavares pedindo a cassação de Roseana Sarney aguarda parecer do Ministério Público. Após o parecer, será colocado em pauta para julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os advogados de acusação são Rubens Pereira Júnior, Abdon Marinho e Rodrigo Lago.
Faltam 10 dias para as eleições. O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de tropas federais para 26 municípios do Maranhão. O relator dos pedidos, ministro Arnaldo Versiani, informou que o Tribunal Regional Eleitoral fez um amplo estudo para apontar as localidades que realmente demandam o envio de força federal. Ele acrescentou que a governadora Roseana Sarney foi consultada e se manifestou pelo envio das tropas porque as regiões apresentam instabilidade de ordem pública.
Foi autorizado o envio de tropas para os municípios de Benedito Leite, Bom Lugar, Santa Luzia do Tide, Santa Luzia do Paruá, Nova Olinda, Buriticupu, Bom Jesus das Selvas, Maracaçumé, Presidente Sarney, Barra do Corda, Fernando Falcão, Carolina, Chapadinha, Mata Roma, Godofredo Viana, Codó, Santa Inês, Bela Vista, Monção, Igarapé do Meio, São Vicente Férrer, Cajapió, Cajari, Grajaú, Formosa da Serra Negra e Itaipava do Grajaú. Em Sergipe, as tropas federais garantirão a normalidade das eleições em Monte Alegre de Sergipe.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara analisa projeto (PL 2246/11) que estabelece pena alternativa de serviços comunitários de proteção e preservação ambiental para motoristas com 20 pontos na carteira por infrações leves ou médias. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) prevê a suspensão, de um mês a um ano, do direito de dirigir para quem atingir 20 pontos na carteira de motorista ao longo de um ano. A pena alternativa proposta seria utilizada a critério do Detran local, quando considerá-la mais educativa.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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